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Jogo Aberto

O juiz que vai julgar Santini

Por Edivaldo Bitencourt | 24/07/2013 06:00

Caixão – Médicos foram questionados por crianças sobre quem tinha morrido durante passeata contra o programa Mais Médicos. Um dos protestantes respondeu que era a presidente Dilma Rousseff (PT). Como a petista não anda popular na cidade, a “notícia” foi comemorada pelos estudantes.

Estratégia para receber – A CPI do Calote virou a grande oportunidade para muitas empresas receberem da prefeitura da Capital. A Vyga só conseguiu receber após ser convocada para depor na comissão. O prefeito Alcides Bernal (PP) quitou a conta na véspera do depoimento para não dar motivos para queixas.

Calote 2 – Até os artistas foram beneficiadas pela “onda de denuncismo” em Campo Grande. Só foi o vereador Chiquinho Telles (PSD) falar em convoca-los para falar sobre o calote de Bernal, que eles receberam a conta neste mês.

Calote 3 – A Maternidade Cândido Mariano também foi contemplada após a CPI do Calote cogitar a convocação do dirigente para falar do calote, que a prefeitura correu contra o tempo para liberar os recursos. A Secretaria Municipal de Saúde até esqueceu os supostos documentos que faltavam para garantir a liberação dos recursos.

Oposição – O encontro dos produtores rurais para discutir a questão dos conflitos com os índios no Estado virou palanque para a oposição da presidente Dilma. Mandetta, Lupion e Caiado, do DEM, passaram a reunião tecendo críticas ao Governo federal.

Demônio – Os deputados foram incisivos nos discursos e agressivos. Teve parlamentar do Democratas que chamou o PT de “demônio”. Na verdade, os deputados federais estavam copiando o ex-presidente Lula, que já fez a mesma acusação sobre o DEM.

Exemplo – O governador André Puccinelli (PMDB) apresentou as certidões criminais e cíveis para mostrar que não deve nada a ninguém. Ou seja, mesmo garantindo que a chance de ser candidato é uma em mil, ele mostrou que a ficha está limpa caso o PMDB precise de um soldado na última hora.

Sonho – Após acompanhar o governador André Puccinelli por décadas, a secretária estadual de Ação Social, Tânia Garib, já sonha com a estabilidade no serviço público quando o peemedebista deixar o Governo. Ela é uma das candidatas ao cargo de auditor do Tribunal de Contas, com salário acima dos R$ 6 mil por mês.

O juiz – O juiz Ricardo Galbiati é o magistrado que vai decidir o futuro do ex-presidente do Tribunal de Justiça e desembargador aposentado Luiz Carlos Santini. Ele vai julgar a ação da OAB/MS que pede a exoneração imediata dele do cargo de procurador-geral do Município de Campo Grande.

Na expectativa – Com tanto prefeito e vereador sendo cassado, os suplentes e segundo colocados estão na expectativa de serem “abençoados” pela Justiça Eleitoral. Só na Capital, após Mário César e Paulo Pedra, a juíza Elisabeth Rosa ainda pode acabar com os mandatos de Delei Pinheiro (PSD), Alceu Bueno (PSL) e Thaís Helena (PT).

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