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20/08/2015 06:00

O ministro que pode manter Olarte e enterrar Processante

Edivaldo Bitencourt

Vitória – O ex-prefeito Alcides Bernal (PP) comemorou a decisão do juiz da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, David Oliveira Gomes. O magistrado rejeitou ação do Ministério Público Estadual em que pediu a condenação do progressista com base no relatório da CPI do Calote.

Expectativa – O relatório da CPI do Calote foi a base da Comissão Processante, que levou à cassação do mandato de Bernal no dia 13 de março do ano passado. Ele já ingressou com recurso na Justiça para tentar voltar ao cargo de prefeito.

Agenda – Já o prefeito Gilmar Olarte (PP) desistiu de lançar o pacote para marcar a comemoração dos 116 anos de Campo Grande. Ao desmarcar o evento no início deste mês, ele pretendia marcar uma nova data para lançar o pacote, que previa investimentos de R$ 170 milhões.

Em Brasília – Olarte recorreu ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) para trancar a ação penal por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O relator do pedido é o ministro Ericson Maranho, desembargador convocado do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Esperança – O prefeito da Capital pode matar duas cobras, como diz o ditado popular, com apenas uma paulada. Se Maranho suspender a decisão do Tribunal de Justiça, que tornou o prefeito réu, ele se livra do risco de ser afastado por 180 dias e ainda derruba o único argumento da Comissão Processante.

Repercussão – O deputado estadual João Grandão (PT) lamentou a saída do cardiologista Ricardo Ayache do PT. O presidente da Cassems deve ser candidato a prefeito da Capital pelo PSB. “Ele tinha todas as condições de ser o candidato a prefeito de Campo Grande”, destacou o petista.

Erro – O deputado estadual Amarildo Cruz (PT) avaliou que Ayache cometeu um erro político. Ele avaliou que o presidente da Cassems cometeu um equívoco. “O que posso dizer é que eu já passei da fase de acreditar que existe partido perfeito, mas nós precisamos de um para defender nossas políticas”, justificou-se.

Ouvir o povo – O PMDB só vai lançar candidato a prefeito o nome que tiver mais chance em pesquisas de opinião pública. Esta é a recomendação do ex-governador André Puccinelli (PMDB), o principal cabo eleitoral do partido e que se recusa ao pleito, apesar do amplo favoritismo. Ele disse que o candidato deverá ter, também, caráter e correção.

Mas nem sempre – No entanto, Puccinelli avaliou que nem sempre o povo acerta. Como exemplo, ele citou a eleição de Alcides Bernal na Capital. “O povo está certo, mesmo quando se constata que errou, mas naquele momento estava convicto”, explicou o peemedebista.

Liberação – Os deputados estaduais querem a liberação das emendas. O presidente da Assembleia, Junior Mochi (PMDB), disse que vai definir uma data para a assinatura das emendas com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB). Por meio das emendas, os deputados obtêm recursos para saúde, educação e assistência social.

(colaborou Leonardo Rocha e Antonio Marques)

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