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02/10/2018 06:00

Pesquisa é o que não vai faltar esta semana

Marta Ferreira

Números – Na reta final da campanha, o que não vai faltar é pesquisa para o eleitor balizar sua decisão no domingo. Há previsão, segundo os registros da Justiça Eleitoral, da divulgação de pelo menos 8 consultas ao eleitorado em Mato Grosso do Sul. As divulgações estão previstas até sábado, 6 de outubro.

Planalto – Para a eleição presidencial, que tem mobilizado as conversas, e as brigas nas redes sociais, todo dia daqui para frente vai sair um levantamento diferente. No dia da eleição, como vale a regra, a pesquisa de boca de urna só pode ser tornada pública após às 17h.

Direcionado – Para tentar cativar o eleitor de Mato Grosso do Sul, a campanha de Fernando Haddad produziu vídeo com foco na educação, com o candidato falando do que fez para a região quando ocupou o ministério no governo Lula.

 

O que? No vídeo, o petista afirma que “fez” a UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), criada em 2005, no primeiro governo de Lula. Cita, também 10 escolas técnicas, além de programas de âmbito nacional como o Prouni.

Garoto propaganda – Depois de envolver-se em polêmica após registrar boletim de ocorrência contra o presidente da legenda por ameaça, a candidata ao Senado pelo PSL, Soraya Thronicke, está usando o máximo que pode o vídeo em que Jair Bolsonaro pede voto para ela.

Adesões – Em política, estar em primeiro nas pesquisas é sinal de conseguir aliados mais facilmente. No Estado, onde o apoio a Jair Bolsonaro é alto, segundo as pesquisas já feitas, tem gente de partido que tem candidato à presidência fazendo campanha pelo capitão da reserva sem pudor.

Sem censura – A coluna identificou esse tipo de atitude em pelo menos dois partidos com candidatos ao Planalto, no PSDB de Geraldo Alckmin e no PDT de Ciro Gomes. O caminho mais usado é o Whatsapp, um dos veículos de propagação de informação dessa disputa eleitora.

Propaganda - Entre os conteúdos compartilhados, a maior parte são vídeos em defesa do militar reformado. Um deles, por exemplo, mostra que Bolsonaro defende, desde quanto era um deputado desconhecido, o fim das nomeações "políticas". 

“Livre” - Depois de desistirem das "férias" na última semana de campanha, os deputados terão as sessões ordinárias normalmente na terça, quarta e quinta-feira. Até agora, a pauta, porém, não tem previsão de votação de propostas para a sessão de hoje.

Tramite - Sem projetos na pauta, os deputados aplicam para a primeira sessão da semana um rito que é comum às quintas-feiras. Nesses dias, quando há quórum, a Mesa Diretora da Assembleia inclui na hora as propostas para votar.

(Com Leonardo Rocha)

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