A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Quinta-feira, 19 de Outubro de 2017


  • Jogo Aberto
  • Jogo Aberto

    jogoaberto@campograndenews.com.br


30/03/2016 06:00

Políticos de MS festejam saída do PMDB da base de Dilma

Waldemar Gonçalves

Reação imediata – Minutos depois de oficializada a decisão, parlamentares federais do PMDB de Mato Grosso do Sul postavam mensagens nas redes sociais comentando a saída do partido da base do governo de Dilma Rousseff (PT). “Estamos aqui em uma reunião que, para mim, é histórica. O PMDB acabou de votar que está fora da base aliada. Vale dizer: quem quiser permanecer no governo não estará falando em nome do PMDB”, falou o senador Waldemir Moka.

Votar com independência – Quem também se manifestou via Facebook sobre a saída do PMDB da base de Dilma foi a senadora Simone Tebet. “O PMDB, honrando seus 50 anos de história pela luta da democracia, soube ouvir as ruas e, não só o PMDB de Mato Grosso do Sul, mas de todos os estados da federação brasileira, por aclamação, portanto por unanimidade, acabaram de decidir pela saída não só do partido, mas a entrega de ministérios e dos cargos, para que possamos votar com independência e consciência em favor do impeachment da presidente Dilma”.

Do outro lado – Do lado dos petistas, o único que de alguma forma se manifestou sobre o assunto foi o deputado federal Zeca do PT. Enquanto os perfis de peemedebistas de MS destacavam o desembarque do governo, o do petista trazia vídeo em que o correligionário gaúcho Bohn Gass defende de forma até certo ponto didática, ao longo de quase três minutos, que o impeachment de Dilma caracteriza golpe político.

Candidato próprio – Para o deputado estadual Rinaldo Modesto, é certo que seu partido, o PSDB, terá candidato próprio à Prefeitura de Campo Grande. Sendo, portanto, improvável o apoio dos tucanos a outro partido. Ao fazer o comentário, o parlamentar, inclusive irmão de uma pré-candidata, a vice-governadora, Rose Modesto, citou o empresário Sérgio Longen, recém-chegado no PR e outro eventual pré-candidato, como nome importante para o debate na campanha.

Combustíveis – Depois de concordar em deixar a Assembleia Legislativa para tornar-se secretário estadual de Justiça e Segurança Pública, o deputado estadual José Carlos Barbosa (PSB) revelou que pretende a pedir a colegas de casa que mantenham os trabalhos da CPI dos Combustíveis, presidida por ele. Ponderou que, mesmo estando no Executivo, pretende acompanhar os trabalhos do colegiado e “contribuir no que for necessário”.

Escorregão – Enquanto falava a catadores de materiais recicláveis, em reunião no MPT (Ministério Público do Trabalho) segunda-feira à tarde, o defensor público Amarildo Cabral colocou a presidente Dilma já fora do cargo, dizendo que em breve o governo federal iria mudar de mãos. Em seguida, corrigiu-se: “pode mudar de mãos”.

Começou, tem que terminar – Já que começou, tem que terminar, disse ontem à tarde o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), ao comentar que na próxima semana as obras do Aquário do Pantanal serão retomadas. Ele reiterou que, se fosse para começar o projeto agora, não desembolsaria os R$ 230 milhões já consumidos nele.

Não é golpe – Reinaldo também comentou a situação de Dilma e o processo de impeachment. “Está previsto na Constituição e, portanto, não é golpe. Quem rouba dinheiro público tem que ser preso e pagar pelo que fez”, mandou o governador.

Durães durão - O vereador Roberto Durães (PSC) rasgou o verbo, gastou o vocabulário e até inventou palavras para se referir, aos gritos, ao prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), durante discurso na Câmara Municipal ontem. “Estropofônico, anencéfalo e energúmeno foram apenas alguns dos nomes citados. Questionado sobre o nível discurso, respondeu: “Não emiti nenhuma palavra de baixo calão. São termos do nosso alfarrábio, adjetivos qualificativos negativos, que é só procurar a tradução. Ofensivo é dizer filho da p..., chifrudo”, finalizou.

Leões – A ira do vereador teria sido motivada pela exoneração de parente dele, que estagiava havia três anos na Procuradoria do Município, e de denúncias dele contra o atendimento na rede municipal de saúde. “O Ivandro (Fonseca, secretário municipal de Saúde) e o Bernal querem dar uma de leão da África. Eles marcam terreno. Vem em mim, não vai acima da minha família”. Foi o segundo discurso neste tom feito pelo parlamentar este ano.

(com a redação)

Detran de MS avalia adesão a parcelar multa no cartão
Ainda não sabemos – O Detran de Mato Grosso do Sul avalia se vai fazer convênios que permitam parcelamento de multas no cartão de crédito. A autoriza...
Delcídio foi "fantasma" em sessão que manteve Aécio
Lembrado – O ex-senador e ex-petista Delcídio do Amaral está longe do Senado desde maio de 2016, quando foi cassado, mas nesta terça-feira foi bastan...
"Nem a pau", diz Correa sobre desistir de ação contra JBS
Negativo - “Nem a pau”. Essa foi a reação do presidente da CPI da JBS, Paulo Correa (PR), à cogitação de retirar a ação contra a empresa, para preser...
Bonito quer bombar com shows gringos no Carnaval
Bombando - Empresários estão investindo pesado no Carnaval de Bonito 2018. Além da celebridade internacional Paris Hilton, uma das atrações em negoci...



Saiu? Só que não. Já estão falando que foi tudo uma farsa e que só um ministro devolveu a pasta e 6 não vão entregar. Desembarcaram ou não? se saíram do Governo não querem largar o osso.
 
Almir Damus em 30/03/2016 18:11:45
Só uma perguntinha ao senador "Moska", neste dia que ele chama de histórico sem explicar por que.
E a a vice presidência? Como fica? Vão continuar mamando?
A decência recomenda que renunciem.
Se não renunciarem, tudo não passa de conversa mole.
Outro detalhe. Pelas figuras que aparecem na foto do PMDB, Renan, Cunha, Romero Jucá,etc, todos com processos nas costas, será que que foi um mau negócio para o PT se livrar dessa turma?
Com a palavra a população.
 
Critico em 30/03/2016 07:27:41
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions