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24/12/2015 06:00

População não teme punição e anuncia venda de casas

Priscilla Peres

Sorte - Depois de um ano conturbado para a classe política de Mato Grosso do Sul, 2015 terminou no lucro para, pelo menos, nove vereadores da Capital. Eles foram investigados pelo MPE (Ministério Público Estadual), tiveram pedido de denúncia por crimes de corrupção passiva e ativa encaminhado ao procurador geral de Justiça, Humberto Brites, que saiu de férias, deixando a decisão para 2016.

Alívio - E de onde menos se esperava veio a absolvição. A Comissão de Ética, criada especialmente para apurar a quebra de decoro parlamentar dos noves vereadores investigados pelo MPE por possível envolvimento em um esquema de compra de votos para cassar o prefeito Alcides Bernal (PP), em março de 2014, absolveu todos por falta de provas. 

De olho em 2016 - A vereadora Délia Razuk se empolgou nesta semana com uma pesquisa divulgada no Jornal O Progresso em que aparece liderando as intenções de voto para a Prefeitura de Dourados em 2016. Ela vai deixar o PMDB e se filiar ao PR para ser candidata, com as bênçãos de Londres Machado.

Troca troca - Já o PMDB caminha para uma disputa interna para saber quem será o escolhido do partido para concorrer à vaga ocupada atualmente por Murilo Zauith. O secretário de Saúde, Sebastião Nogueira, que já foi vice-prefeito e deputado estadual, também quer ser candidato, assim como Geraldo Resende. A decisão deve sair em março. Resende controla a maior parte do diretório municipal.

Sem vaga - Com a saída de Thais Helena, cassada por compra de votos, o Partido dos Trabalhadores parece que perdeu mesmo uma vaga na Câmara. Depois de cobrar a Justiça para acelerar o processo de afastamento da colega de partido, seu substituto Roberto Durães se rebelou de vez na sua primeira sessão como vereador, e última do ano. Ele queria a 2ª vice-presidência da Casa, espaço consensuado para o PT. Como não conseguiu, preferiu se abster de votar.

Lembrete - Roberto Durães não deve ter prestado atenção no discurso do vereador Carlos Augusto Borges, o Carlão (PSB), durante a solenidade de sua posse na última sexta-feira. Carlão, eleito ontem 1º Secretário da Câmara Municipal, cargo mais importante depois do presidente, disse que “andorinha sozinha aqui não faz verão. Até para conseguir uma homenagem de visitante ilustre é preciso assinatura dos colegas na Casa”, fica a dica.

Na cadeia - O ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró saiu ontem da cadeia na Polícia Federal em Curitiba, para passar as festas de fim de ano com a família, no Rio de Janeiro. Enquanto isso, parece que o senador Delcídio do Amaral (PT) e o pecuarista José Carlos Bumlai não terão a mesma sorte.

Sem jeito -  A população parece mesmo não ter medo das autoridades e certeza da impunidade. Poucas horas após a entrega de unidades habitacionais em Campo Grande, vários contemplados já ostentavam no Facebook e vontade de vender a nova casa. Também teve gente propondo comprar unidades, mesmo com contrato de gaveta. Na prática, tudo é proibido.

Fiscalização - Agora cabe a Caixa Econômica Federal fiscalizar o punir as pessoas envolvidas no processo, se este ficar comprovado. Para a Agehab (Agência estadual de Habitação) fica o compromisso de ver a denúncia e entregar para a Caixa investigar. Enquanto isso, muitos esperam a oportunidade de receber uma casa nova para sair de péssimas condições de moradia.

Envolvido - O deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) agora é simpático à causa palestina. Ele tem ajudado os pedidos da Embaixada Palestina ao governo Federal, que não aceitam o nome aprovado para representar Israel por aqui. Marun se reuniu com a embaixadora Ligia Maria Scherer, diretora do Departamento do Oriente Médio do Ministério das Relações Exteriores, e pediu que o governo brasileiro não conceda o agrément (autorização para o representante estrangeiro atuar no país).

 

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