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05/02/2018 06:00

Por saúde, Kayatt estuda deixar TCE

Marta Ferreira

Precoce - Por recomendação médica, o conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul, Flávio Kayatt, estuda pedir sua aposentadoria do cargo, no qual está desde novembro de 2017. Ele substituiu Marisa Serrano, que também pediu aposentadoria antes do tempo previsto.

Recomendação– Kayatt é cadeirante há quase 20 anos e tem uma rotina de tratamento que inclui medicamentos fortes para dor e idas cada vez mais frequentes aos médicos, inclusive fora do Estado. Os profissionais, segundo a coluna apurou, já orientaram o conselheiro que a rotina de trabalho pode piorar sua qualidade de vida e dificultar os tratamentos.

Consequências – Em 1997, Flávio Kayatt sofreu um grave acidente de trânsito e, mesmo tendo mantido sua atuação política, como prefeito e deputado estadual, sempre lidou com dores fortes na coluna. Três anos atrás, ele pediu licença de 15 dias da Assembleia para poder fazer exames em São Paulo.

Substituto – Em se concretizando a orientação dos médicos ao conselheiro, o afastamento deve ocorrer até abril. A vaga já tem destinatário quase certo, o atual presidente da Assembleia Legislativa, Junior Mocci (PMDB). Quem nomeia é o governador Reinaldo Azambuja.

Força-tarefa – Foi um esforço coletivo, e concentrado, o fechamento do acordo para garantir a contratação emergencial de empresas para concluir o Aquário do Pantanal, obra que virou um verdadeiro abacaxi nas mãos do governo, após 7 anos de iniciada.

Delivery  - A negociação incluiu, até, a ida de emissário do grupo à praia onde estava o secretário de Infraestrutura, Marcelo Miglioli, para assinar o documento. O acordo envolveu o governo do Estado, o Tribunal de Contas e o MPE (Ministério Público Estadual). 

Insistência - O ministro Carlos Marun, que teve agenda política em Mato Grosso do Sul nos últimos dias, voltou a dizer que o Planalto vai continuar lutando na Justiça para dar posse a Cristiane Brasil. Disse que existe a convicção de tratar-se de prerrogativa do presidente da República e, portanto, não compete ao Judiciário fazer vetos ao nome. "Se um juiz de primeira instância se julga no direito de revogar um ato do presidente, então se abre uma jurisprudência e o País será ingovernável".

Estão confundindo - Para o pemedebista, setores do Judiciário estão "relativizando" as prerrogativas do executivo e legislativo. "Eles não são uma Assembleia Constituinte, além disto sou contra o julgamento transformado em programa de TV. A lei não proíbe, mas não concordo com este fator midiático".

Questão de honra - Para o ministro, seria mais fácil substituir o nome, mas eles resolver seguir com a questão “até o fim”. No fim de semana, a ministra ainda não empossada foi alvo de novas denúncias, do Jornal O Estado de S.Paulo, sobre uma investigação por associação ao tráfico, e do programa Fantástico, da Rede Globo, envolvendo a coerção a funcionários para votar nela na eleição para deputada.

Fidelidade - Sobre a eleição deste ano, Marun disse que tem um compromisso com o presidente Michel Temer (MDB) para acompanhá-lo no Palácio do Planalto e que caberá ao presidente definir até quando ele vai seguir no cargo. "Vai saber o tempo adequado que devo permanecer no executivo".

(Com Leonardo Rocha)

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