Presidenciável toma tereré em MS com chapéu do MT
Na hora de tirar o 10 - O pré-candidato a presidência da República, Renan Santos (Missão) até acertou ao não cometer a clássica gafe de confundir Mato Grosso do Sul com Mato Grosso durante a coletiva em Campo Grande. Mas o figurino do fundado do MBL entregou o que a fala evitou. Em meio a um cenário montado com o tradicional tereré sul-mato-grossense, o pré-candidato à Presidência apareceu usando o chapéu que havia ganhado durante a agenda na cidade de Sorriso (MT), misturando os estados na mesma imagem.
Do limão uma limonada - Antes mesmo de começar a coletiva, Renan Santos aproveitou o tereré para fazer uma "propaganda" da própria banda de rock. A erva-mate escolhida era do sabor Limão Rosa, exatamente o nome do grupo musical do presidenciável, que fez questão de destacar a coincidência. "Eu só trouxe isso porque estou muito feliz. Eu tenho uma banda de rock chamada Limão Rosa. E aí eu descobri que tem um mate para tereré de limão rosa. Vou ficar fazendo uma propaganda para eles, mas não me financiam em nada, é proibido pela lei, só que Limão Rosa é uma forma de divulgar minha banda", disse.
Na conta do prefeito - Após a vistoria na Ponte Bioceânica, o prefeito de Porto Murtinho, Nelson Cintra, reuniu a comitiva brasileira para um almoço oferecido por ele em um restaurante da cidade. Participaram autoridades, empresários e representantes que acompanharam a visita técnica à obra, enquanto a delegação paraguaia não esteve presente no almoço. Na noite anterior, porém, o vice-ministro de Obras Públicas do Paraguai, Hugo Arce, havia jantado com Cintra na residência do prefeito, onde foram servidos petiscos e até champanhe. Já no almoço pós vistoria, o cardápio foi bem mais regional, com espetinhos, acompanhados de mandioca, arroz, feijão, farofa, salada e até rabada.
Amada Tereza - Grupo de produtores rurais e empresários bancou uma pesquisa qualitativa do Instituto Ipsos para testar o nome da senadora Tereza Cristina, do PP (Progressistas), na disputa pela Presidência da República. O levantamento, concluído há cerca de dez dias, apontou que o principal problema da parlamentar é o baixo conhecimento nacional.
Tentando convencer - Mesmo assim, o levantamento indicou melhora expressiva na avaliação depois que os entrevistados conheceram seu currículo e sua trajetória. A iniciativa tenta construir uma alternativa a Lula e Flávio Bolsonaro, embora Tereza diga preferir permanecer no Senado e disputar a presidência da Casa.
Investigado que investigava – Preso na Operação Gutenberg, Ed Carlo Britto Burgatt também participava de apurações internas da SES (Secretaria de Estado de Saúde). Ele integrava a Comissão Processante Permanente e outros grupos criados para investigar fatos registrados em processos administrativos.
Virada de mesa – Cinco resoluções retiraram Ed Carlo das comissões a partir de 7 de julho, data da prisão. O servidor que ajudava a apurar possíveis irregularidades dentro da Saúde agora é investigado por suspeitas relacionadas a contratos públicos e à estrutura estadual de regulação.
Sete de uma vez - O diretor-presidente interino da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul), Gil Márcio Franco, publicou sete portarias para instaurar quatro Processos Administrativos Disciplinares e três Processos Administrativos de Responsabilização. Os procedimentos estão vinculados a denúncias de 2024 e 2025, mas os atos não revelam quais fatos são investigados nem os envolvidos. Todas as comissões serão presididas pela procuradora Ana Paula Alves Gobbi.
Chapa fechada - A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, vai homologar no domingo as candidaturas de Vander Loubet, do PT, e Soraya Thronicke, do PSB, ao Senado, além de nove nomes para a Câmara dos Deputados e 24 para a Assembleia Legislativa. O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, participará como representante do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Pedidos pendentes - Enquanto há toda uma movimentação para tentar concluir a venda do Consórcio Guaicurus, na ação popular que resultou na intervenção, uma série de pedidos ainda está pendente de análise pelo juiz, como a apresentação detalhada do procedimento administrativo feito pela prefeitura previamente à decisão de intervir na concessão. O processo tramita na 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos.
Transações imobiliárias - O advogado responsável pela ação demonstra que se debruçou minuciosamente no relatório da CPI, detalhamento sucessões empresariais que já ocorreram desde o início do contrato do transporte e pediu ao juiz que seja incluída no processo uma empresa que recebeu imóvel que serviu de garagem a uma das integrantes e foi utilizado como garantia para empréstimos bancários, além de desfazimento do negócio.


