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Jogo Aberto

Sem sentido

Por Jogo Aberto | 25/04/2011 06:00

A imprensa está curiosa para saber o motivo da coletiva, marcada para hoje, do procurador-geral de Justiça, Paulo Alberto de Oliveira. A assessoria só informou que antes ele fará um pronunciamento a todos os membros do Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul, via intranet.

A expectativa é de que ele apresente alguma novidade sobre o processo que teve como origem a Operação Uragano, que também levantou denúncias de envolvimento de membros do Ministério Público Estadual no esquema que beneficiava o prefeito Ary Artuzi.

O alto custo da energia elétrica e a invasão de produtos chineses estão deixando o Brasil em segundo plano na rota de investimentos de empresas multinacionais. O estudo foi feito por entidade de São Paulo, mas atinge estados como Mato Grosso do Sul, que teve recorde de reajuste este ano na conta de luz.

A Rio Tinto Alcan, por exemplo, agora negocia instalação da maior fábrica de alumínio do mundo no Paraguai, com investimentos de, no mínimo, US$ 3,5 bilhões, para produzir 674 mil toneladas de alumínio por ano.

Cercada de regras e limitações, com suspense sobre os veículos que seriam liberados para entrevista, a coletiva de imprensa com o cantor Luan Santana no fim das contas mostrou que não havia critério algum para a seleção ou o que faltou foi interessado. Até os programas do deputado Marquinhos Trad e do vereador Wanderley Cabeludo participaram da gravação.

Mas não dá para negar que o "Gurizinho de Jaraguari" é um fenômeno que há tempos não se via. Levou, segundo a organização, 75 mil pessoas à Expogrande no sábado, evento que tinha como último recorde de público 47 mil pagantes.

Para quem foi até o Laucídio Coelho, em um esforço para que os filhos vissem Luan Santana, nada valeu a pena. Pais reclamaram de muito tumulto, atraso de 2 horas e falta de segurança. Muita gente saiu antes mesmo do astro pop entrar no palco.

Na tietagem também estavam os vereadores Paulo Siufi e Magali Picarelli, mas melhor acomodados, nos bastidores, todos sorridentes. Já o deputado Alcides Bernal parecia incomodado, com cara fechada e tom de voz alto ao se dirigir aos assessores do cantor.

A diretoria do Comercial dispensou Túlio Maravilha (ex-Botafogo) e Edilson “Capetinha” (ex-Palmeiras, Flamengo e Corinthians), que se propuseram a jogar no Colorado por contratos de risco. O presidente do time, Carlos Alberto Assis, justificou. "O contato (deles por telefone) foi há muito tempo, no dia primeiro de abril. Eu também não sabia se era uma pegadinha”.

Sobre proposta de criação de uma CPI na fronteira, para investigar o tráfico de drogas, o senador sul-mato-grossense Delcídio do Amaral considerou a proposta sem sentido e disse que o lugar mais correto seria dentro de uma penitenciária de segurança máxima "já que é de lá que se comandam o tráfico de drogas e de armas"