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09/11/2017 06:00

Santa Casa tem disputa para eleger novo presidente

Marta Ferreira

Votação-No mesmo ano da comemoração do centenário da instituição, a associação que administra a Santa Casa de Campo Grande está renovando metade de seus conselheiros. Eles são responsáveis por eleger a diretoria dos próximos 2 anos. A votação é no dia 13 de novembro e, dessa vez, diferente da anterior, há disputa para definir quem vai administrar o maior hospital do Estado que, como se sabe, é também um dos maiores “pepinos”.

Orçamento–São dois grupos na disputa pelo voto dos associados da ABCG (Associação Beneficente da Santa Casa de Campo Grande). O ganhador, segundo apurou a coluna, vai administrar um orçamento que, só em recursos do SUS é de R$ 20,3 milhões todo mês.

Quem são–Pela regra da associação, o presidente é escolhido após a definição dos novos conselheiros. Um grupo apoia a continuidade do advogado Esacheu Nascimento e o outro defende que ele seja substituído pelo economista Alfredo Sulzer, que já ocupou a vice-presidência do hospital. Sulzer era vice-presidente de Esacheu, inclusive.

Será?-Embora seja considerada como favas contadas pelo PDT, a candidatura de Odilon de Oliveira ao governo, na Assembleia Legislativa há deputados que ainda não veem o agora político no páreo. Um deles é Eduardo Rocha (PMDB), para quem ainda é cedo para definições. Rinaldo Modesto (PSDB) segue mesma linha, dizendo que 'um dia na política é uma eternidade', e que só o tempo vai dizer se Odilon realmente vai para a disputa.

Melhor esperar – Maurício Picarelli (PSDB) afirmou que o mais prudente é definir a questão após pesquisa. Zé Teixeira (DEM) lembrou que muitas questões ainda serão discutidas na política até a definição dos candidatos. E completou: 'Ser juiz é uma coisa, ser governador é outra'.

Crítica – Conhecido por declarações polêmicas, Teixeira incomodou funcionários públicos durante a sessão de ontem com uma declaração. Isso porque definiu o funcionário brasileiro como o “pior do mundo”.

Agradeçam - Por falar em funcionalismo, o secretário estadual de Administração, Carlos Alberto Assis, comentou ontem que tem sido uma constante lembrar que o salário está sendo pago em dia ao servidor. Isso, ressalta, apesar do cenário de crise nacional e de arrecadação com dificuldades de crescimento.

Não é bem assim - Para aqueles que dizem que isto é obrigação do Governo, Assis também tem contraargumento pronto. 'Pode ser obrigação, mas você só cumpre quando pode pagar'.

Ainda não comentou – Nesta semana, o prefeito Marcos Marcelo Trad ainda não teve compromissos públicos, que tem sido frequentes em sua rotina. Ele ainda não se manifestou, também, sobre a decisão da concessionária Águas Guariroba de paralisar as obras de esgoto em Campo Grande.

Efeito dominó – A decisão da Águas, em resposta a liminar do Tribunal de Contas do Estado que suspendeu a prorrogação do contrato com a prefeitura até 2060, afetou obras de asfaltamento na cidade. Também o governo do Estado, que mantinha frente no Aero Rancho, teve os serviços afetados.

(Com Leonardo Rocha, Kleber Clajus e Mayara Bueno)

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