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Tensão domina julgamento de oficial da PM

Por Marta Ferreira | 21/09/2018 06:00

Bravos - Foi cheio de troca de farpas o julgamento do tenente-coronel Admilson Cristaldo Barbosa, um dos alvos da Operação Oiketicus, que apura o envolvimento de policiais militares com o contrabando de cigarros. O advogado de defesa, Ivam Lacerda, e a acusação, a cargo de três promotores do Ministério Público, endureceram o tom, o tempo todo.

Veto - Nada foi registrado porque os jornalistas que foram ao loca, primeiro proibidos de participar, depois foram autorizados. Mas sem anotação nem celular para qualquer captação de áudio e de imagens.

Palavras pesadas – Em meio à sessão, os promotores Gerson de Araújo e Tatiana Correia afirmaram que a defesa queria beneficiar o cliente “abrindo a porta para impunidade”. Ivan Lacerda, que representa o oficial da PM, retrucou, afirmando que os acusadores estavam interessados em patrolar o acusado”. Ainda se referiu à investigação com termos como “vidência ministerial”.

Poderes extras - Durante o julgamento, o advogado Ivan Gibim Lacerda chegou a chamar os promotores de “telepatas”, sugerindo que a força-tarefa “leu os pensamentos” do tenente-coronel para conseguir afirmar que ele mentiu à justiça. Se referiam ao fato de Cristaldo ter dito para justiça ao dizer que havia esquecido a senha que liberava o acesso a sua conta no aplicativo Telegram.

Estranho - Ivan Lacerda ainda questionou a ida do promotor até a casa do cliente no dia da operação e o motivo de não ter havido convocação dele para o responsável por pedir a senha do Telegram não foi intimado, ou sequer citado, durante o processo. “O Fantástico tem repórter secreto, o Ministério Público tem o promotor secreto”, comparou.

Desconfiança – Em seu segundo mandato, a deputada Mara Caseiro (PSDB) adotou o discurso corrente entre parte do eleitorado e disse que "não confia nas urnas eletrônicas". Para ela, deveria haver alguma forma de comprovar as votações dos eleitores, ou seja, a impressão do registro na urna. Assim, diz, diminuiriam as dúvidas sobre os resultados das eleições.

Confissão - Mara Caseiro (PSDB) também admitiu que está sendo difícil conciliar a campanha com os trabalhos no Legislativo. "Temos o compromisso com o mandato, mas na campanha tem muitos pessoas que querem a nossa presença nos eventos. Não é fácil", ponderou.

Preocupação – Obviamente indignada com o segundo adiamento do júri do assassino de Mayara Holsback, Roberson Batista da Silva, a família corre risco de ter nova decepção. Isso porque a data marcada não garante a segurança da realização.

Ironia – O julgamento de Robinho, como é conhecido o réu, deveria ter ocorrido nesta quinta-feira (20), mas foi remarcado. A nova data é primeiro de novembro, uma quinta-feira, às vésperas do Dia dos Finados.

Fase final - Outro caso rumoroso, o assassinato da musicista Mayara Amara, não tem previsão de realização do julgamento. Mas pelo andamento, está perto da definição se irá ou não para júri popular. Faltam as argumentações da defesa e da acusalção para o magistrado responsável, Carlos Alberto Garcete, dar seu veredicto.

Desconfiança – Em seu segundo mandato, a deputada Mara Caseiro (PSDB) adotou o discurso corrente entre parte do eleitorado e disse que "não confia nas urnas eletrônicas". Para ela, deveria haver alguma forma de comprovar as votações dos eleitores, ou seja, a impressão do registro na urna. Assim, diz, diminuiriam as dúvidas sobre os resultados das eleições.

Confissão - Mara Caseiro (PSDB) também admitiu que está sendo difícil conciliar a campanha com os trabalhos no Legislativo. "Temos o compromisso com o mandato, mas na campanha tem muitos pessoas que querem a nossa presença nos eventos. Não é fácil", ponderou.

(Com Geisy Garnes e Leonardo Rocha)

 

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