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21/02/2013 06:00

Transação milionária

A venda de apartamento perto do Shopping Campo Grande, no Edifício Parque das Nações, está chamando a atenção no mercado imobiliário. O valor envolvido é próximo de R$ 1,7 milhão. Comprador e vendedor são pessoas públicas, mas como o negócio ainda não aparece como oficial em cartórios, os nomes serão preservados. Um dos motivos para a não oficialização, até agora, gera curiosidade e suspeitas. Uma delas é que o dinheiro seja de sobra de campanha.

Nada a declarar
A respeito da acusação do jornalista Antônio João Hugo Rodrigues, dono do jornal Correio do Estado e presidente regional do PSD, de que o prefeito Alcides Bernal (PP) estaria cooptando vereadores para sua base de sustentação política na Câmara, oferecendo R$ 10 mil para cada adesista e 12 cargos na administração, o presidente da seccional sul-mato-grossense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MS), Júlio Cesar, preferiu o silêncio, pelo menos por enquanto.

Acompanhando
Júlio César informou, através de sua assessoria, que “só vai se pronunciar sobre o caso quando essas denúncias forem oficializadas”. Garantiu, porém, que está atento ao caso.

Análise
Enquanto esperava para ter a palavra, na discussão sobre a questão indigena ocorrida ontem na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Pedro Kemp (PT) virou para os deputados que estavam ao lado e para os jornalistas e avaliou a colega Mara Caseiro. "Ela veio com tudo este ano".

Provas
Na terça-feira, Mara foi uma das mais exaltadas nos debates sobre a formação das comissões da Assembleia. Ontem, estourou o tempo de fala, durante discurso em que questionou as regras para demarcação de terras indígenas.

Suplicy do MS
Na mesma situação, esperando para discursar, Marquinhos Trad comentava que o deputado Laerte Tetila, do PT, usaria a palavra e falaria por "4 horas".  "É o cara mais mais complexo que conheço", repetindo a fama que é atribuída ao senador Eduardo Suplicy.

Cantilena
A caminho de completar o segundo mês de administração, o prefeito Alcides Bernal, repete, a cada entrevista, o discurso de atribuir os problemas aos antecessores. É assim com a situação da Câmara, com os alagamentos, com os buracos, com os erros nos salários dos servidores... Chega a cansar.

Não tinha outro jeito
O líder do prefeito na Câmara, Marcos Alex, justificou ontem que a bancada de Bernal abandonou a primeira sessão do ano, em que foi debatida a formação das comissões da Casa por falta de opção. “Jamais pode enfrentar os desesperados, porque eles não tem nada a perder. Quem está nesta situação está como kamikaze”.

Precisamos conversar
Alex diz que quer agendar reunião entre o presidente da Câmara, Mário César (PMDB) e o prefeito Alcides Bernal. O assunto seria o despejo da Câmara. Bernal, segundo Alex, quer discuti o assunto, mas não apontará caminhos. “O diálogo é que vai indicar o caminho. O prefeito não vai impor nada.”

Simples assim
“Não mandamos ninguém alugar o prédio da Ricardo Brandão”. Com essa frase, o vereador respondeu à publicação, pela presidência da Câmara, de nota informando que o Município é o responsável por providenciar um prédio para o Legislativo.

Mais cedo
Ontem, a bancada governista voltou a sair mais cedo da Câmara. Mas dessa vez não foi em protesto. É que eles iam participar de reunião com o prefeito.

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O Fernando Collor de Mello caiu por causa da Casa da Dinda e uma perua Elba. Será que aqui em Campo Grande alguém vai cair por conta de um apartamento? Vamos esperar para ver. Tem muita grana em jogo e vamos descobrir quem são os donos ou os prováveis laranjas. O Sr. Antonio João é poderoso mesmo. Mata a cobra e mostra o pau. E o Bernall? Só registra B.O. contra um cidadão que confiou em seu discurso de campanha e votou nele. Agora tem que cobrar mesmo. Por enquanto são poucos que estão pedindo a demissão. Se as coisas não andarem bem, já tem até secretários que estão pedindo para sair. O patrão deu a vaga mas não deu autonomia e nem credibilidade para eles desenvolverem um trabalho sério. Não é mesmo Semmy e Ben Hur?
 
Roberto Ferreira em 23/02/2013 22:37:04
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