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Artes

Curtas trazem histórias de Bonito e ficção sobre Pantanal

Filmes trazem histórias sobre moradores de Bonito e narrativas “surrealistas”

Por Bárbara Cavalcanti | 27/06/2021 14:11
Antônio Della Justina expressa seu amor por Bonito em curta-metragem. (Foto: H2O Ecoturismo)
Antônio Della Justina expressa seu amor por Bonito em curta-metragem. (Foto: H2O Ecoturismo)

A região do Pantanal é mais uma vez tema de produções audiovisuais. E é o que esses três curta-metragens, apesar de abordagens diferentes, têm em comum: o amor pela região.

Em “Lar: Bonito”, moradores da cidade relatam suas experiências e enumeram motivos por serem apaixonados por lá. E nos curtas em stop-motion da videomarker Gabriela Dias, efeitos especiais realçam a transformação da natureza sobre o ser humano e mostramo o Pantanal “à sua maneira”.

Lar: BonitoO filme não apenas realça apenas a beleza de um dos destinos turísticos mais populares do Estado, e sim conta histórias de moradores, alguns que escolheram Bonito como seu lar, e outros que viveram uma vida inteira na cidade.

Uma dessas histórias é do empresário Antônio Della Justina, que expressa o quão carinhosa é a população de Bonito. "Eu sempre recebo visita, quando eu estou doente, as pessoas ficam preocupadas, querem saber de mim. A gente se agarra a essas coisas", expressa.

Ainda outro relato, é o do empresário João Roza Vizcaiano, dono do restaurante Casa do João na cidade. Ele conta que chegou na cidade em 1996 para ter um lugar para criar seu filho que tem Síndrome de Down com tranquilidade. “E deu muito certo. Nós fomos extremamente bem recebidos em Bonito e o Joãozinho virou personalidade na cidade”, relata.

João Rosa Vizcaiano relembra sua chegada em Bonito em filme. (Foto: H2O Ecoturismo)
João Rosa Vizcaiano relembra sua chegada em Bonito em filme. (Foto: H2O Ecoturismo)

O curta foi produzido pela agência de turismo H2O Ecoturismo e está disponível no canal do Youtube da agência.

Gabriela Dias - Já os curtas “Pantanal Contemporâneo” e “Onça Contemporânea”, feitos de maneira independente pela video maker Gabriela Dias, feitas em stop motion, têm pegada mais artística e proposta “surrealista”.

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No primeiro, a temática principal é a apresentação do Pantanal, história que continua no segundo filme, em que a personagem principal, a Onça, decide partir do Pantanal para a cidade na busca da conscientização das pessoas por meio de sua arte.

As obras demoraram cinco anos, desde a produção, à gravação e edição. “Comecei com técnicas de fotomontagem e videoarte. Em seguida, editei o primeiro filme utilizando ferramentas acessíveis  disponibilizadas na biblioteca de áudio do Youtube”, explica.

Os filmes estão disponíveis no canal do Youtube da artista.

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