Guilherme turbinou o Uno antigo e carro virou sucesso no trânsito
Com visual elevado e estilo próprio, modelo chama atenção, vira meme e rende fotos por onde passa

Guilherme Lopes Braga, de 23 anos, resolveu dar uma turbinada em um dos carros mais populares e conhecidos do Brasil, o Fiat Uno quadrado. Apelidado por muitos como “guerreiro” e símbolo de custo-benefício, o modelo tem chamado atenção e o dono tem amado isso.
RESUMO
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Guilherme Lopes Braga, de 23 anos, transformou um Fiat Uno quadrado em atração nas ruas de Campo Grande ao elevar a suspensão do veículo com modificações que custaram cerca de R$ 2.500. O carro virou meme e chama atenção no trânsito. O jovem, que tem pegada country, planeja usar a borracharia da família para criar uma versão móvel do serviço e montar uma coleção de carros altos.
Guilherme tem dois Unos, mas o turbinado é o xodó. Era o sonho dele ter um carro alto. Não necessariamente uma caminhonete cara, mas algo que aguente estrada de chão, barro e o uso pesado do dia a dia.
Há 4 anos, surgiu a oportunidade de comprar um Uno e Guilherme não pensou duas vezes, comprou. Depois investiu em outro e decidiu que precisava “dar a cara dele”. Foi em 2026 que começou a modificar o veículo.
Com a ajuda de um mecânico do bairro Estrela Dalva, fez ajustes elétricos e passou por modificações que custaram cerca de R$ 2.500. O resultado não foi apenas um Uno mais alto. Foi um Uno que virou assunto no trânsito.
“É meu xodó. O mecânico também tem um Uno assim e o dele ficou mais baixo que o meu. Ele colocou tipo uma chapa, porque a traseira dele já estava erguida, mas fui para a chácara e mergulhei a cara dele no barro. Aí tentei alinhar, mas a traseira dele ainda ficou mais alta.”
Rodando pelas ruas, o carro já virou meme, atração improvisada e até motivo de discussão entre curiosos. Tem gente que diz que é o melhor veículo possível para enfrentar os buracos da cidade. Outros questionam, com certa preocupação, se aquilo ali não corre risco de tombar na primeira curva mais ousada. Guilherme responde de forma direta, sem rodeios: capotar depende de quem está dirigindo. Traduzindo, o problema não é o carro, é o pé pesado.
“Onde passo com ele, todo mundo olha. Na hora de andar, fica um carro normal. Ele puxa um pouco, mas é bom de andar na cidade e em estrada de chão. Tem gente que pergunta se ele vai capotar. Se andar de boa, desfilando, o povo gosta. Estão tirando foto, virou meme. Eles falam que é o melhor Uno para andar nas ruas de Campo Grande por causa das buraqueiras; outros falam que é robô. É outra atração.”
O estilo de vida acompanha o projeto. Guilherme se define como alguém com “uma pegada country e rústica”, daqueles que andam de botina, usam cinto de fivela grande e canivete na cintura. O Uno alto, nesse caso, não é só um meio de transporte; é quase uma assinatura pessoal.
E, se você acha que isso tudo é o auge da ideia, está enganado. O plano vai além. Guilherme quer transformar essa experiência em negócio, aproveitando a borracharia da família para criar uma versão móvel e turbinada do serviço, com carros preparados para aguentar peso, estrada ruim e rotina puxada. E mais: ele quer montar uma coleção de carros altos.
“Eu sonhei que queria um carro alto, e eu tenho um. Eu posso ter, daqui um dia, uma caminhonete e fazer a estrutura dela mais alta. É um sonho de criança. Eu acredito nisso e estou batalhando para isso. Mas a minha ideia mesmo é fazer, ter uma coleção de carros altos com a logo da borracharia dos meus pais.”
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