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Lado Rural

Campanha antiaftosa tem índice vacinal superior a 99,6% em novembro e é recorde

Resultados já são esperados a cada ano em face do envolvimento dos pecuaristas e de toda a cadeia produtiva

Por José Roberto dos Santos | 11/01/2022 16:06
Bovino recebe imuizante contra a febre aftosa; vacinação colabora para melhorar o status sanitário do rebanho em direção à retirada da vacinação. (Foto: Divulgação Iagro-MS)
Bovino recebe imuizante contra a febre aftosa; vacinação colabora para melhorar o status sanitário do rebanho em direção à retirada da vacinação. (Foto: Divulgação Iagro-MS)

A Iagro-MS (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal), apresentou hoje o resultado da última campanha de vacinação contra a febre aftosa que iniciou no dia  1º e encerrou no dia 30 de novembro para as regiões do Planalto e para os optantes do Pantanal, que encerrou dia 15 de dezembro.

O índice de vacinação, segundo nota distribuída pela assessoria de comunicação da agência, alcançou a marca de 99,62% de animais previstos para a etapa e apresentou um aumento de 0,19% de animais vacinados se comparado à etapa de novembro de 2020. No total, foram vacinados 9.119.303 animais, entre bovinos e bubalinos.

Destaque-se que Mato Grosso do Sul, considerando suas características geográficas e as fronteiras com a Bolívia e o Paraguai, comprova todos os anos que está preparado para cuidar de seu patrimônio pecuário e que não precisou prorrogar o prazo de vacinação como ocorreu em outros 14 estados, por falta de vacina nas revendedoras, conforme autorização do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).

O Diretor presidente da Iagro, Daniel Ingold, avalia que os resultados já são esperados a cada ano, haja vista o envolvimento dos produtores rurais e de toda cadeia produtiva da carne, que compreendem a importância em manter a sanidade do seu rebanho como pré-requisito para a elevação do status sanitário através da retirada da vacinação prevista para este ano em Mato Grosso do Sul.

MS caminha rumo à retirada da vacina, buscando o reconhecimento internacional da OIE (Organização Mundial de Saúde Animal) de área livre sem vacinação. Para tanto, segue as diretrizes do PNEFA (Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa), do Ministério da Agricultura.

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