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Meio Ambiente

MPE cobra da prefeitura e Solurb vistoria no antigo lixão do Dom Antônio

Visita e cronograma sobre a obra foram solicitadas para Semadur e concessionária de coleta de lixo

Por Mayara Bueno | 22/02/2019 15:00
Montanhas de lixo na área do antigo lixão, em imagem de 2016 (Foto/Arquivo: Fernando Antunes)
Montanhas de lixo na área do antigo lixão, em imagem de 2016 (Foto/Arquivo: Fernando Antunes)

Apuração do Ministério Público de Mato Grosso do Sul cobra da Prefeitura da Capital e da Solurb, concessionária do serviço de coleta de lixo, o projeto para recuperação da área degradada do antigo lixão de Campo Grande, área localizada no Bairro Dom Antônio Barbosa.

Segundo o processo, à Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano) foi encaminhado um ofício para que faça, em 30 dias, visita ‘in loco’ na área, para verificar justamente o cumprimento das medidas de recuperação.

Por parte da Solurb, empresa a qual o MP afirma ser a responsabilidade por aplicar as ações, foi dado um prazo de 15 dias para entrega de documentos relacionados às medidas. No local, tem de ser feito o Prada (Plano de Recuperação de Áreas Degradadas e Alteradas), segundo o Ministério Público.

A concessionária responsável pela implantação também deve entregar em 15 dias o cronograma da obra. Nesta sexta-feira, o MP comunicou a abertura de um inquérito para acompanhar a execução do projeto. Hoje, opera o aterro sanitário no mesmo bairro, localizado na saída para Sidrolândia. A operação é válida até junho de 2021. O aterro deu fim ao lixão a céu aberto, que funcionou por 30 anos.

A reportagem falou com o secretário de Meio Ambiente de Campo Grande, Luiz Eduardo da Costa. Segundo o titular, quem elabora o projeto de recuperação é feito pela Sisep (Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos). Contudo, o secretário desta pasta, Rudi Fioresi, não atendeu a ligação.

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