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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

14/11/2012 23:32

Advogados de réus do Banco Rural consideram penas do mensalão exageradas

Débora Zampier, da Agência Brasil

Advogados dos dois réus ligados ao Banco Rural que tiveram a pena fixada nesta quara-feira (14) na Ação Penal 470, o processo do mensalão, divulgaram nota em que criticam o exagero nas condenações de seus clientes, José Roberto Salgado e Vinícius Samarane. Eles eram vice-presidente e diretor do banco na época dos fatos.

Salgado foi condenado a mais de 16 anos de prisão por quatro crimes: formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira e evasão de divisas.

O advogado do réu, Márcio Thomaz Bastos, critica a decisão “excessiva” por entender que seu cliente não autorizou os empréstimos citados no processo e não participou das operações consideradas como evasão de divisas.

Bastos afirma que vai recorrer da decisão, mas que ainda espera a discussão de questões importantes em plenário para a redução da pena. Para Bastos, o crime de evasão de divisas deve ser considerado de forma única, pois todas as operações se destinavam ao pagamento do publicitário Duda Mendonça.

Ele também defende que três dos quatro crimes – exceto formação de quadrilha - sejam considerados como um só, na modalidade de continuidade delitiva. Nesse caso, só a pena mais grave é considerada e é acrescida de até dois terços.

A defesa de Samarane, que foi condenado a quase nove anos de prisão por gestão fraudulenta de instituição financeira e evasão de divisas, alega que a pena é “desproporcional e não foi adequadamente individualizada”.

Assim como Thomaz Bastos, o advogado Maurício de Oliveira Campos Junior argumenta que seu cliente não participou dos fatos pelos quais foi condenado e levanta a possibilidade de que os crimes sejam reconsiderados como continuidade delitiva ao final do julgamento.



É exagero a pena aplicada ao mensalão ? (Não)
Se a sociedade parar e raciocinar, no sentido de que, políticos roubam o "Estado e País, nação" e tem o privilégio de pegar uma pena brando, (pena mole suave e fraca).
Enquanto nós como "Sociedade" pagamos a eles o dinheiro da improbidade administrativa,
pois somos nós, que sofremos com o abuso do aumento das contribuições para com o estado. E filhos da nação, no qual nos representam, faz este tipo de palhaça com a nação Brasileira, no caso em tela, os aldabrão, bilontra, burlador, desonesto, escroque, espertalhão, esperto, estelionatário, improbo, ladino, nos furtam e pega uma pena mínima reduzida a 1/3 conforme à cumpre. Isso é caso de extradição, bandidos roubando a nação Brasileira.
 
Rodrigo Garcia em 16/11/2012 10:23:19
Não é só os advogados que estão achando isso,ontem assistindo ao JN vi um promotor de justiça dizer a mesma coisa,na oportunidade ele dizia que o importante seria reaver o valor desviado(furtado,roubado),concordei com a parte de reaver o valor,mas discordo com ele e com muitos bacanas que agora vêem o sistema prisional como degradante(preferindo a morte),isso porque foram condenados alguns bandidos que em nada diferenciam dos outros,então porque tratamento diferenciado,pelo contrário deveriam ter suas penas triplicadas pois o objeto do furto era público e se o objeto não era eles eram,as leis de nosso país tem que mudar "fim da imunidade parlamentar",políticos corruptos e corruptores na cadeia",justiça,o nosso país precisa.
 
Nilson franco de oliveira em 15/11/2012 09:26:25
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