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Política

Aposentado, Paulo Duarte muda para se dedicar a campanha em Corumbá

Por Leonardo Rocha | 30/03/2020 11:25
Ex-prefeito de Corumbá, Paulo Duarte, durante entrevista (Foto: Arquivo)
Ex-prefeito de Corumbá, Paulo Duarte, durante entrevista (Foto: Arquivo)

O economista Paulo Duarte encerrou suas atividades como auditor fiscal da Secretaria Estadual de Fazenda e, a partir de agora, como aposentado, vai se dedicar exclusivamente a campanha eleitoral. Pré-candidato a prefeito pelo MDB, Duarte deixa a capital, onde exercia a profissão, e fixa residência definitiva em Corumbá.

Ex-secretário de Fazenda, Obras e da Casa Civil, deputado estadual (2007/2012), prefeito de Corumbá (2013/2016), Paulo Duarte costura o caminho para voltar a administrar a cidade de pouco mais de 110 mil habitantes. Entre os projetos que pretende colocar em pratica, o economista centraliza no combate ao desemprego – uma das taxas mais altas do Estado – e na melhoria do sistema de saúde.

Com restrições ambientais para a instalação de indústrias, a ideia, segundo Duarte, é priorizar os setores do turismo e do comércio. “Agora vou me dedicar a este projeto de voltar a prefeitura, foi um fim de ciclo na Sefaz, onde trabalhei desde os 22 anos de idade, após ser aprovado em concurso. Me aposento com 40 anos de contribuição, pois comecei cedo (trabalho), com 16 anos”, disse ele.

Em entrevista ao Campo Grande News, Duarte conta que devido a pandemia do coronavírus, “mais do que nunca” sua prioridade na campanha será a saúde. “É a mais importante, primeiro precisamos estar vivos, para correr atrás do resto, por isto nada ficará acima da saúde, será nosso foco principal”.

Ele mencionou que a geração de empregos e retomada da economia local, também será seu “carro-chefe” na cidade. “O desemprego está com taxa alta em Corumbá, além disto teremos um olhar especial para economia, já que devido a pandemia os empregos formais correm risco, assim como a renda dos informais, é uma questão que precisa ser trabalhada”.

Eleição – Ele reconhece que a eleição pode ser adiada neste ano, devido o coronavírus, mas entende que a nova data deve ser no máximo dois ou três meses após outubro. “Para adiar (eleição) é preciso mudar a Constituição, mas entendo que o foco agora é combater esta pandemia, para depois tocarmos os projetos políticos, onde vou me dedicar de corpo e alma”.