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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

06/05/2016 09:31

Assembleia anula licitação para escolha de empresa que faria concurso

Comissão vai escolher entre três empresas com renome nacional

Leonardo Rocha
Mochi disse que vai escolher entre três empresas com credibilidade no mercado (Foto: Assessoria/ALMS)Mochi disse que vai escolher entre três empresas com credibilidade no mercado (Foto: Assessoria/ALMS)

A Assembleia Legislativa resolveu anular a licitação, realizada no dia 1º de abril, para escolha da empresa que faria o primeiro concurso público do legislativo estadual. O motivo é que a candidata mais qualificada, a empresa Oppus Concurso, ofereceu R$ 79,9 mil, considerado baixo para realização do certame.

O presidente da Assembleia, deputado estadual Junior Mochi (PMDB), explica que, como no edital não previa um valor mínimo, a comissão do concurso chegou à conclusão que a empresa Oppus Concurso, do Paraná, apresentou um "preço vil", que não daria para realizar o concurso, por isso toda licitação foi anulada.

No dia do pregão presencial, o preço médio estipulado, depois de pesquisas de mercado, era de R$ 662 mil, no entanto a empresa que ofereceu o menor preço, chegou a R$ 79,9 mil, o que corresponde a 12% do valor inicial. Foram apresentados os documentos para análise da comissão, que ontem (05), decidiu anular o processo.

Mochi explicou que vai adotar uma nova modalidade, para a escolha da empresa, convocando as três de maior credibilidade no mercado nacional: Fundação Getúlio Vargas, Cespe/UNB e Fundação Carlos Chaga. Elas vão apresentar propostas, e a comissão vai escolher a melhor para realização do certame.

"Será uma contratação por inexigibilidade, nós poderíamos ter adotado este modelo anteriormente, mas preferimos fazer o pregão presencial para ser mais democrático, no entanto houve todos estes problemas, e resolvemos optar por esta alternativa", disse Mochi.

No dia do pregão presencial houve muitas reclamações da empresas participantes, em função das regras e falta de informações no edital. O certame inclusive teve que ser interrompido durante sua realização, após impasse, para análise jurídica. No final, a maioria (empresas) disse que entraria com recursos após apresentação do resultado final.



Vamos observar de perto... isso está meio estranho. Além do mais Sr. Junior Mocchi, como fará para comprovar que as 3 citadas são de maior credibilidade.
A CESPE com certeza está entre as três. FGV perdeu seu prestígio faz algum tempo, por conta de provas extremamente mal elaboradas, com várias questões anuladas e morosidade na divulgação dos gabaritos e resultados.
FCC realiza provas de nível superior, com dificuldade de nível médio e demasiadamente "decorébas".
Por que não mencionou a melhor banca do Brasil, que é ESAF?
Outra que tem se mostrado confiável, apesar de não ser tão antiga no mercado dos concursos é o Instituto CETRO.
Vamos trabalhar às claras senhores deputados, não façam lambança!
 
Lafaiette Silva Oliveira em 06/05/2016 14:51:02
Será que eu que não sei ler, ou não estou entendendo mais nada!!!a empresa quer fazer o concurso por 79mil e os deputados querem pagar quase um milhão??? e vão anular o tramite concurso pq eles querem pagar 10 vezes mais do que a empresa pediu??? deputados estou vendendo meu carro...quero 20mil nele..vcs querem me pagar 200mil???
 
VEIMAR GONCALVES em 06/05/2016 13:30:56
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