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Campo Grande, Sexta-feira, 18 de Agosto de 2017

01/09/2014 13:26

Azambuja pretende modernizar vigilância sanitária e ações de governo

Kleber Clajus e Leonardo Rocha
Candidato ressaltou uso do Fundersul para construção de pontes de concreto e que comitê defina outros investimentos (Foto: Marcelo Calazans)Candidato ressaltou uso do Fundersul para construção de pontes de concreto e que comitê defina outros investimentos (Foto: Marcelo Calazans)

O deputado federal e candidato ao governo do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), se comprometeu a reformatar as ações da vigilância sanitária e investir em projetos tecnológicos de produção e logística durante evento, nesta segunda-feira (1º), na sede da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul).

“Necessitamos de investimento na vigilância sanitária com plano de cargos e carreiras, assim como modernização desse setor que antes de punir precisa informar melhor o produtor. Também criar novos programas de desenvolvimento para o campo que possam atingir os pequenos, médios e grandes produtores com assistência técnica e investimentos na Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural)”, comentou Azambuja.

A redução da carga tributária, em especial a incidente sobre o óleo diesel, será incentivada como mecanismo de recuperação de competitividade e estabilidade da produção no Estado. A expansão das rodovias para escoamento da produção terão ainda no Fundersul (Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário do Estado do Mato Grosso do Sul) a fonte financiadora de estradas e pontes de concreto. Os investimentos, neste caso, devem passar pelo crivo de comitê composto por representantes do agronegócio, indústria e sindicatos rurais.

Para o candidato tucano, Mato Grosso do Sul também precisa evoluir na criação de uma zona franca em Corumbá e Ladário, um programa de irrigação e ciência e tecnologia voltado ao aumento da produção com sustentabilidade.

Em relação a causa indígenas, Azambuja ressaltou que não pretende se “omitir” dessa responsabilidade, mas também pretende cobrar da União sua parcela na solução de eventuais conflitos gerados por demarcações.

“Muitas ONGs internacionais estão nas aldeias, assim como o governo federal que tratou a questão de formas ideológicas acirrando o conflito entre indígenas e produtores. Criou instabilidade no setor produtivo e gerou prejuízo para todos, inclusive para o Estado. Temos que dar condições aos indígenas para melhorar as suas condições e sua qualificação. No meu governo serei intransigente. Meu Estado não será de bagunça e invasão, mas vou tratar todos de maneira justa.”, pontuou o candidato do PSDB.




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