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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

02/01/2013 17:09

Balanço entregue a Bernal mostra que maior parte dos gastos foi com pessoal

Nícholas Vasconcelos
Prefeito Alcides Bernal (PP) e o ex-prefeito  Nelson Trad Filho (PMDB) durante a posse nesta terça-feira. (Foto: Luciano Muta)Prefeito Alcides Bernal (PP) e o ex-prefeito Nelson Trad Filho (PMDB) durante a posse nesta terça-feira. (Foto: Luciano Muta)

O balanço consolidado da Prefeitura de Campo Grande entregue pelo ex-prefeito Nelson Trad Filho (PMDB) para o prefeito Alcides Bernal (PP) aponta que 40,9% das despesas do município foram direcionadas ao pagamento de pessoal e encargos e sociais em 2012.

Os pagamentos para este fim representaram R$ 937,3 milhões do total de R$ 1,7 bilhão da execução de despesas correntes, que são referentes ao custeio da máquina pública.

O município teve um total de despesas de R$ 2,29 bilhões no ano passado. Trad Filho deixou R$ 243 milhões em caixa para atual administração, esses R$ 23,9 milhões podem ser utilizados de qualquer formam pela nova gestão municipal.

A receita da cidade no ano que passou foi de R$ 2,42 bilhões e representou um aumento de 17,38% na comparação a mesma do ano passado. O saldo positivo foi de R$ 124 milhões.

Durante a posse, Bernal questionou os valores repassados pela última administração, alegando que os valores já têm destino fixo.

“A informação não procede porque deixamos tudo comprovado por meio de extratos. Contra fatos não há argumentos”, explicou o ex-prefeito.

Segundo o balanço, a Prefeitura pagou R$ 13,5 milhões em juros e encargos da dívida e R$ 841 milhões em outras despesas correntes.

Entre as chamadas despesas de Capital foram gastos R$ 498, 2 milhões, dos quais foram destinados R$ 469,6 milhões em investimentos e que consumiram 20% do orçamento. Essas despesas são aquelas que têm data para iniciarem e serem concluídas, como as obras públicas.

Neste quesito foram consumidos R$ 7,3 milhões em inversões financeiras, que são os gastos em bens que já são utilizados, como a compra de imóveis para a administração pública.

A amortização da divida, que são os pagamentos de empréstimos, consumiram R$ 21 milhões.

 



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