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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

01/01/2013 18:22

Desafio é "equilíbrio financeiro", diz secretário de Finanças de Bernal

Gabriel Neris e Carlos Martins
Novo secretário de Planejamento, Finanças e Controle, Wanderley Ben Hur da Silva, acompanha a posse de vereadores e do prefeito eleito (Foto: João Garrigó)Novo secretário de Planejamento, Finanças e Controle, Wanderley Ben Hur da Silva, acompanha a posse de vereadores e do prefeito eleito (Foto: João Garrigó)

O novo secretário de Planejamento, Finanças e Controle de Campo Grande, Wanderley Ben Hur da Silva, afirmou hoje (1º) que o principal desafio da nova gestão será buscar o equilíbrio econômico-financeiro e analisar o tamanho das despesas assumidas pela administração do prefeito Nelson Trad Filho (PMDB).

Ben Hur está na cerimônia de posse de Alcides Bernal (PP) e dos 29 vereadores eleitos no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camilo, no Parque dos Poderes.

De acordo com o secretário, consequentemente será avaliado a diminuição da receita. “Nós temos que buscar o equilíbrio rapidamente”, comentou.

Ben Hur citou despesas como aumento de salário concedido a servidores de "maneira aleatória", e não para servidores de carreira. “Significa o gasto de R$ 7 milhões a mais por mês”, calcula. Ele se refere ao reajusta dado ao prefeito, que cria efeito cascata em carreiras atreladas ao salário do chefe do Executivo.

O secretário disse que pretende conversar com o governador André Puccinelli (PMDB) sobre a diminuição do repasse do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços). Segundo Ben Hur, o repasse para Campo Grande, que representa um terço da população do Estado, está decrescendo. "O município deixa de arrecadar R$ 2,5 milhões por mês, chegando a R$ 30 milhões por ano. O bolo é um só, Se Campo Grande perde outros estão ganhando”, diz.

Ben Hur respondeu o prefeito Nelson Trad Filho, que ontem disse deixar cerca de R$ 24 milhões, sendo R$ 20 milhões no tesouro. Trad afirmou que com as receitas do IMPCG (Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande), do SUS (Sistema Único de Saúde), do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), operações de créditos e convênios, o valor chega a R$ 243,102, 404.

“Grande parte disso está vinculado a fundos e não tem como dispor, os recursos só podem ser utilizados para este fim. O Nelsinho divulgou esse valor, mas não falou dos restos a pagar, o que pode comprometer o dinheiro que está no tesouro”, afirmou.



Por que ainda não divulgaram os nomes dos Secretários que faltam? Por que tanto mistério? Muito estranho, acho que vem bomba! Aí tem...
 
tereza oliveira em 01/01/2013 22:01:49
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