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Campo Grande, Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2018

16/01/2018 19:44

Bancada de MS teve 2017 de poucas faltas no plenário da Câmara Federal

O hoje ministro Carlos Marun foi o deputado federal que registrou mais faltas no ano passado, faltando a pouco mais de 20% das sessões plenárias

Humberto Marques
Tereza Cristina teve a maior assiduidade no plenário da Câmara em 2017. (Foto: Billy Boss/Câmara dos Deputados)Tereza Cristina teve a maior assiduidade no plenário da Câmara em 2017. (Foto: Billy Boss/Câmara dos Deputados)

 

Assiduidade foi praticamente uma regra a ser seguida pelos deputados federais de Mato Grosso do Sul no ano passado. Todos os oito parlamentares do Estado na Câmara Federal participaram de, no mínimo, 76% das 119 sessões plenárias realizadas em 2017 e, na grande maioria das vezes, justificaram as ausências.

Os dados constam no portal da Casa de Leis e são um indicativo de que os deputados estiveram presentes ao Congresso em momentos relevantes do ano passado, como nas votações da reforma trabalhista –em abril. Os dados mostram que, entre os deputados federais, a menor assiduidade coube justamente a um dos vice-líderes do Governo Temer.

Hoje à frente da Secretaria-Geral da Presidência da República, o deputado federal licenciado Carlos Marun compareceu a 89 sessões plenárias no ano passado, antes de trocar a Câmara pela Esplanada dos Ministérios. Até então, foram realizadas 117 sessões, conferindo-lhe uma assiduidade de 76,1%. Das faltas, 26 foram justificadas (22,2%), enquanto duas ficaram sem explicação (1,7%).

O desempenho de Marun foi um pouco pior em relação às comissões, permanentes ou temporárias. Foram 119 reuniões no período, das quais Marun compareceu a 70 (58,8%) e justificou a falta em 42 (35,3%). Sete ausências não tiveram justificativa pelo atual ministro.

Substituto de Marun, Fábio Trad (PSD) teve pouco tempo para efetivamente exercer o mandato. Mas compareceu às duas sessões plenárias realizadas desde sua chegada ao parlamento.

Alta presença – Além de Marun, apenas Elizeu Dionísio (PSDB) apresentou frequência inferior a 80% das sessões plenárias. O parlamentar, que no fim de 2017 teve confirmada a titularidade do mandato –ele era suplente de Márcio Monteiro, que por três anos assumiu a Secretaria de Estado de Fazenda e em 2017 se tornou conselheiro do Tribunal de Contas– compareceu a 93 das 119 sessões plenárias, garantindo assiduidade de 78,2%. De suas 26 faltas, 25 foram justificadas (21%).

Tereza Cristina, recém-filiada ao DEM, foi a deputada com maior frequência em plenário, participando de 112 das 119 sessões (assiduidade de 94,1%). A deputada faltou sete vezes, justificando a ausência em seis. Com uma falta a mais que Tereza, Geraldo Resende (PSDB) compareceu a 111 sessões –das oito faltas, quatro tiveram justificativas.

Zeca do PT participou de 110 sessões plenárias das 119 realizadas, confirmando presença em 92,4% delas. Todas as suas nove faltas foram justificadas.

Mandetta (DEM) e Vander Loubet (PT) confirmaram presença em 108 sessões. O democrata faltou a 14 (assiduidade de 88,2%), enquanto o petista teve 11 faltas (90,8%). Dagoberto Nogueira (PDT) participou de 97 sessões e faltou a 22 (presença de 81,5%).

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