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15/07/2014 18:55

Cabos eleitorais terão um papel reduzido nestas eleições

Ludyney Moura
Figura comum em todas as eleições, os chamativos de cabos eleitorais em 2014 ainda não esquentou. (Foto: Arquivo CGNews) Figura comum em todas as eleições, os "chamativos" de cabos eleitorais em 2014 ainda não esquentou. (Foto: Arquivo CGNews)

Apesar de já estar valendo desde o dia 6 de julho, ao menos metade dos postulantes ao governo estadual ainda não definiu sequer se haverá contratação dos famosos cabos eleitorais, e os que esperam contratar só o farão a partir de agosto. Diante disso a campanha segue tímida no Estado. Com a minireforma eleitoral, regras mais rígidas vão limitar ainda mais a contratação de pessoal.

De acordo com a Lei nº 12.891/2013, a chamada Minirreforma Eleitoral, a contratação direta ou terceirizada de pessoal para prestação de serviços referentes a atividades de militância e mobilização de rua nas campanhas eleitorais deve observá certos limites imposto ao candidato, sob pena de incidirem no crime de abuso do poder econômico. 

Apenas o tucano Reinaldo Azambuja já definiu e montou um comitê de campanha. Ele também é o único que admite que vai sim contratar cabos eleitorais, mas isso só vai acontecer a partir do próximo mês de agosto.

O coordenador da campanha de Nelsinho Trad (PMDB), Rodrigo Aquino, revela que a coordenação da campanha do peemedebista ainda está organizando a montagem de um comitê. “Quanto à contratação de cabos eleitorais, ela ainda não está sendo feita. Isso tem a finalidade de estabelecer uma relação mais direta do candidato com o eleitor, e por enquantos estamos utilizando outras ferramentas para isso”, alega.

A assessoria do senador Delcídio do Amara, candidato do PT ao governo, revelou que a contratação de pessoal, bem como outras questões de campanha ainda estão sendo definidas pela equipe de planejamento e coordenação do petista. Os progressistas, do candidato Evander Vendramini, não se pronunciaram sobre a questão até o fechamento da matéria.

Segundo a presidente regional do PSTU, Clea Montezano, a candidatura de professor Monje ao governo do Estado, será feita exclusivamente pela própria militância do partido, de forma voluntária. “Nós somos contra o financiamento de campanhas por empresas privadas. O PSTU defende o financiamento público de campanha, com gastos fixos e previamente definidos para cada cargo em disputa, por isso vamos trabalhar dentro das nossas possibilidades, tudo feito pela classe trabalhadora”, pontua a socialista.

Opinião semelhante possui o PSOL, de Sidney Melo, que também aposta na militância do partido para fazer o corpo a corpo com o eleitor na busca por votos. As siglas de orientação de extrema esquerda, enfrentam, além da falta de verba para enfrentar as grande coligações, o pouco tempo de propaganda de rádio e TV para conquistar o eleitorado.

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