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Campo Grande, Quarta-feira, 26 de Setembro de 2018

16/08/2018 09:45

Campanha teve desistências ao governo, Senado e para Assembleia

Desistência ocorreram antes das convenções e até no último dia para registrar candidaturas

Leonardo Rocha
Eleição teve desistências antes de começar a campanha (Foto: Arquivo)Eleição teve desistências antes de começar a campanha (Foto: Arquivo)

A eleição de Mato Grosso do Sul também vai ficar marcada pro algumas desistências de políticos tanto na fase de articulação das alianças, com novidades nas convenções e até nos últimos dias para registrar a candidatura. Para disputa ao MDB mudou duas vezes de candidato, enquanto que o PDT perdeu dois postulantes ao Senado.

Na sucessão estadual, o primeiro a desistir foi o ex-governador André Puccinelli (MDB), que foi preso no dia 20 de julho em função da Operação Lama Asfáltica. Ele tentou ainda manter a candidatura com a esperança de habeas corpus no TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) e STJ (Superior Tribunal de Justiça), no entanto com as negativas, resolveu sair do páreo.

O MDB ainda teve a saída da senadora Simone Tebet (MDB) faltando três dias para o registro das candidaturas. Ela desistiu da disputa ao governo alegando motivo particulares. Para o seu lugar ficou o deputado estadual Junior Mochi (MDB), atual presidente da Assembleia, que inclusive foi o último a confirmar presença neste pleito.

Na disputa ao Senado, o primeiro a desistir foi o ex-presidente da Acrissul (Associação de Criadores de Mato Grosso do Sul), Francisco Maia, que estava na chapa de Odilon de Oliveira (PDT). O juiz aposentando ainda sofreu uma baixa importante no último dia de registros (candidaturas), com a saída de Pedro Chaves (PRB), que alegou que houve uma “quebra de acordo” dentro da coligação.

Deputados - Na corrida para a Câmara Federal, a saída de maior impacto foi de Luiz Henrique Mandetta (DEM), que desistiu da reeleição. Ele ficou insatisfeito com a coligação feita por seu partido na proporcional , ao classificar a chapa como “mal calibrada”. Desde o início o parlamentar não era favorável a aliança com os tucanos.

Para Assembleia Legislativa, a deputada Grazielle Machado (PSD) abriu mão da reeleição, substituida por Londres Machado (PSD), seu pai. Já Antonieta Amorim (MDB) não registrou sua candidatura para o legislativo. Alguns vereadores que tinham o interesse de disputar o pleito, também desistiram: Epaminondas Vicente, o Papy (SD) e Willian Macksoud (PMN).



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