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Política

Carreata na Afonso Pena pede "vacina já' e "fora Bolsonaro"

Grupo saiu da Cidade do Natal e irá percorrer avenida

Por Aletheya Alves e Giovana Martini | 17/01/2021 11:36
Veículo com escrita contra Bolsonaro em protesto. (Foto: Silas Lima)
Veículo com escrita contra Bolsonaro em protesto. (Foto: Silas Lima)

Entre buzinas favoráveis e contrárias, grupo se reuniu nos altos da avenida Afonso Pena, em Campo Grande neste domingo, em protesto contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A concentração começou a partir das 10h e carreata seguiu após 11h deste domingo (17).

Durante a concentração, pessoas favoráveis ao movimento foram incentivadas a buzinar e fazer barulho. Nos carros, pedidos de "fora Bolsonaro" dividiram a atenção com os de "vacina já" contra a covid-19.

O trajeto programado inclui as ruas Antônio Maria Coelho, 13 de maio e Rui Barbosa. Organizador do protesto, André Lage, de 47 anos, relatou que o movimento tem como base incentivar pedidos de impeachment contra Bolsonaro.

André Lage, de 47 anos, relatou que este é o primeiro de vários atos a serem definidos. (Foto: Silas Lima)
André Lage, de 47 anos, relatou que este é o primeiro de vários atos a serem definidos. (Foto: Silas Lima)

Para André, o cenário da pandemia e as recentes notícias sobre o caos na saúde do Amazonas incentivaram ainda mais a necessidade de protestos. “Estamos iniciando uma obrigação de todo brasileiro e brasileira, que é derrubar esse governo”, diz.

Acompanhada da família, a jornalista Ana Cláudia Salomão, de 56 anos, explicou que está participando da carreata para impulsionar os pedidos de impeachment e solicitar respostas. “Que os pedidos sejam recebidos, votados. Agora, com a situação do Amazonas, o povo brasileiro está morrendo sufocado literalmente”.

Também protestando, a vereadora Camila Jara (PT) relatou que os protestos estão acontecendo em outros locais do Brasil. “Pessoal está reunido para pressionar o Governo e pedir fora Bolsonaro. O governo se demonstrou negligente em várias ações em relação à pandemia”, completa.

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