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Política

Cavaletes com propaganda política são encontrados com sinais de vandalismo

Por Gabriel Neris e Viviane Oliveira | 26/08/2012 12:46

As placas de publicidade estavam danificadas, com nariz de palhaço e bigode nas figuras dos candidatos

Outras placas estavam com nariz de palhaço e bigode na avenida Mato Grosso (Foto: Rodrigo Pazinato)
Outras placas estavam com nariz de palhaço e bigode na avenida Mato Grosso (Foto: Rodrigo Pazinato)

Vários cavaletes com propaganda política foram encontrados com sinais de vandalismo na manhã deste domingo (26), em Campo Grande. As placas de publicidade estavam danificadas, com nariz de palhaço e bigode nas figuras dos candidatos.

No canteiro central do cruzamento da avenida Mato Grosso com a rua Bahia foi encontrado um cavalete com nariz de palhaço colado no rosto de candidato. Na esquina do mesmo cruzamento foi encontrado um cavalete rasgado.

Outros cavaletes estavam com nariz de palhaço e bigode no cruzamento das avenidas Mato Grosso com a Ceará.

Evaldo de Carvalho, 43, trabalha na rua Bahia vendendo morangos. Ele reprova o vandalismo, porém também reclama do tipo de publicidade. “Acho errado esse tipo de propaganda, a prefeitura se incomoda com quem trabalha na rua, mas deixa fazer propaganda no canteiro deixando a cidade feia”, reclama.

Placa foi encontrada com nariz de palhaço na avenida Mato Grosso com a rua Bahia (Foto: Pedro Peralta)
Placa foi encontrada com nariz de palhaço na avenida Mato Grosso com a rua Bahia (Foto: Pedro Peralta)
(Foto: Rodrigo Pazinato)
(Foto: Rodrigo Pazinato)

O vendedor comenta que nem havia percebido o resultado do vandalismo de hoje, mas relata que já encontrou cavaletes com a propaganda política quebrados na avenida Afonso Pena.

“Para todo lado tem esses cavaletes espalhados, incomoda. Nos bairros isso é pior, as pessoas não cumprem o horário”, alerta Evaldo, lembrando que a propaganda política só pode funcionar até as 22h. “Apesar de ser contra os cavaletes, também não sou a favor do vandalismo”, complementa.

O taxista Carlos Alberto, 52, também reclama da constante presença dos cavaletes. “Essas propagandas não acrescentam nada. Não é porque tem cavalete na cidade inteira que o eleitor vai votar nele”, comenta. “Estou cansado de ouvir promessas, meu critério é escolher o (candidato) menos ruim e que aparenta ser mais sincero”, diz.

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