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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

01/02/2015 18:06

Com consenso, Reinaldo abre amanhã ano Legislativo no Estado

Kleber Clajus
Kemp será oposição, mas Reinaldo pontua que trabalho com parlamentares será mútuo em benefício do Estado (Foto: Alcides Neto)Kemp será oposição, mas Reinaldo pontua que trabalho com parlamentares será mútuo em benefício do Estado (Foto: Alcides Neto)

Solenidade inicia a 10º Legislatura no Estado, na segunda-feira (1º), em ato com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) na Assembleia Legislativa, em Campo Grande. O tucano contribuiu para composição de consenso na Mesa Diretora da Casa de Leis e tem por objetivo encaminhar projetos para votação a partir de março.

Evocando trabalho conjunto, Azambuja pretende pontuar prioridades de governo como saúde, segurança e educação, em discurso previsto para às 8h45, na rampa da Assembleia Legislativa.

“Temos muitos projetos, principalmente a questão da governança e planejamento da gestão. A relação será de compromissos mútuos”, adiantou durante posse hoje dos parlamentares.

Ao ter influenciado no consenso entre parlamentares, para composição da Mesa Diretora, o governador possui oportunidade de construir sólida base aliada, que terá por líder Rinaldo Modesto (PSDB). Por outro lado, como declarou Pedro Kemp, a oposição será composta “só pelo valoroso PT”.

Aliado do tucano, Zé Teixeira (DEM) cedeu em disputa por cargo de presidente pela vaga na primeira secretaria, dando espaço para consolidação de Júnior Mochi (PMDB) para liderar a Casa de Leis no biênio 2015/2016. Emocionado, o peemedebista relembrou que o resultado de chapa única demonstra “momento de maturidade” que prevalece por 20 anos.

Onevan de Matos (PSDB) não enfrentou tanta resistência para assumir a vice-presidência, assim como Grazielle Machado (PR) na segunda vice-presidência. O mesmo ocorreu com Felipe Orro (PDT) na terceira secretaria.

Em contrapartida, Mara Caseiro (PT do B) e Lídio Lopes (PEN) mediram forças em estratégia do deputado de partido nanico. Este se contentou com compromisso que o manterá na composição da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), enquanto Mara pode desistir de vez da ideia de ser presidente como pressão para se manter como terceira vice-presidente.

Porém foi no “valoroso” PT que a disputa interna foi mais longa, sendo substituída por acordo de revezamento na segunda secretaria entre Amarildo Cruz e Cabo Almi. O último foi eleito sob argumentos de ser o “mais antigo, votado e nunca ter ocupado cargo na Mesa Diretora”.



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