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Política

Com quatro candidatos a prefeito, Assembleia pode mudar após eleição

Se forem eleitos, seus suplentes assumem as vagas na Assembleia no começo de 2021

Por Leonardo Rocha | 21/10/2020 13:19
Plenário da Assembleia Legislativa, durante sessão virtual (Foto: Luciana Nassar - ALMS)
Plenário da Assembleia Legislativa, durante sessão virtual (Foto: Luciana Nassar - ALMS)

Com quatro deputados candidatos a prefeito, na eleição deste ano, a Assembleia Legislativa pode ter mudanças caso um deles seja eleito. Se ocorrer esta situação, então a Justiça Eleitoral convoca os suplentes, já para fazer parte do Parlamento a partir de 2021.

Liderando as pesquisas em Dourados, se o deputado José Carlos Barbosa (DEM), conhecido como “Barbosinha”, vencer o pleito, entra no seu lugar a ex-deputada estadual Mara Caseiro (PSDB), que hoje ocupa a presidência da Fundação Estadual de Cultura. Eles estavam na mesma coligação em 2018.

Se o deputado Pedro Kemp (PT) vencer a eleição na Capital, o seu suplente será o ex-deputado Amarildo Cruz (PT), que hoje está na Sefaz (Secretaria Estadual de Fazenda), na função de chefe da Unidade de Educação Fiscal.

No caso do deputado Márcio Fernandes (MDB), candidato em Campo Grande, o seu suplente é o ex-deputado Paulo Duarte (MDB), que tenta novamente ser prefeito de Corumbá. Depois aparece na fila o vereador Loester Nunes (MDB), segundo suplente da chapa.

Já se João Henrique Catan (PL) vencer o pleito na Capital, o seu substituto na Assembleia será o Coronel Alírio Vilassanti, que na eleição passada era do PHS, e hoje se candidatou a vereador pelo PSL.

Como três deputados disputam a mesma eleição (Capital), só há possibilidade de duas mudanças na Assembleia, em função do resultado do pleito.

Na última eleição municipal em 2016, os deputados Marquinhos Trad (PSD) e Ângelo Guerreiro (PSDB) foram eleitos prefeitos  em Campo Grande e Três Lagoas, abrindo vaga na Casa de Leis para Paulo Siufi (MDB) e Herculano Borges (SD).

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