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Campo Grande, Segunda-feira, 21 de Agosto de 2017

21/09/2015 18:28

Comissão de Ética começa a analisar documentos na próxima quarta

Paulo Yafusso
Vereadores que foram alvos da Operação Coffee Break agora vão prestar esclarecimentos à Comissão de Ética da Câmara (Foto: Marcos Ermínio)Vereadores que foram alvos da Operação Coffee Break agora vão prestar esclarecimentos à Comissão de Ética da Câmara (Foto: Marcos Ermínio)

A Comissão de Ética da Câmara Municipal de Campo Grande realiza na próxima quarta-feira a primeira reunião de trabalho, para analisar os documentos da Operação Coffee Break deflagrado no último dia 25 de agosto pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado). As 656 páginas do procedimento foram entregues na tarde desta segunda-feira (21) pela Procuradoria Jurídica da Casa., ao presidente da Comissão, vereador João Rocha (PSDB).

Segundo João Rocha, depois de analisar o material entregue pelo Gaeco a Comissão vai convocar os vereadores investigados para que apresentem defesa por escrito. Rocha afirmou que não está definido ainda qual o prazo que será dado a eles para a defesa e também não se tem uma previsão de quando os trabalhos serão concluídos.

O material é referente aos depoimentos dos nove vereadores que foram conduzidos coercitivamente para prestar depoimento no Gaeco durante a operação Coffee Break. Não foram encaminhados as oitivas dos vereadores que foram ao Gaeco nos dias posteriores a Operação.

A Comissão de Ética foi criada pela Câmara Municipal para apurar se houve quebrado do decoro parlamentar por parte dos vereadores que foram alvos da Coffee Break. São eles: Mário César, Edil Albuquerque e Paulo Siufi, do PMDB; Airton Saraiva (DEM), Waldeci Batista Nunes, o Chocololate (PP), Gilmar da Cruz (PRB), Carlos Augusto Borges, o Carlão (PSB), Edson Shimabukuro (PTB) e Jamal Salem (PR).

A Operação Coffee Break investiga a compra e vereadores para a cassação do prefeito Alcides Bernal. Esquema que teria sido operado pelo empreiteiro João Alberto Krampe Amorim dos Santos, dono da Proteco. O trabalho do Gaeco envolve todas as pessoas que aparecem nas interceptações telefônicas feitas com autorização da Justiça Federal na Operação Lama Asfáltica, que investiga desvio de recursos federais em obras, mediante fraudes em licitação e corrupção de servidores estaduais.




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