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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

19/11/2013 12:29

Comissão Processante gera discussões durante sessão da Câmara

Luciana Brazil e Kleber Clajus
Vereadores se enfrentam quando o assunto é denúncias de Comissão Processante. (Foto: Cleber Gellio)Vereadores se "enfrentam" quando o assunto é denúncias de Comissão Processante. (Foto: Cleber Gellio)

Parlamentares da oposição e da base do prefeito Alcides Bernal (PP) se "enfrentaram" hoje (19) durante sessão da Câmara dos Vereadores ao discutir a abertura da Comissão Processante que pode cassar o mandato do prefeito. 

Para o vereador Marcos Alex (PT), integrante da base de Bernal, o produtor rural e ex-integrante do PP, Raimundo Nonato, que solicitou a abertura da Comissão, também deve ser investigado. Ele afirmou que Nonato estaria envolvido em uma articulação para afastar Bernal do cargo.

O vereador disse ainda que o ex-prefeito Nelson Trad Filho (PMDB) estaria envolvido na manobra para cassar o mandato do prefeito. “Prova uma orquestração que veio de fora e interfere dentro da Câmara”, alegou Marcos. “Cheira a conspiração para afastar o Bernal. A Câmara não pode deixar de discutir isso”.

Alex continuou dizendo que a “fabricação de emergências”, como foi chamada a contratações de empresas de forma emergencial pelo prefeito, são apenas irregularidades que poderiam ser corrigidas, sem necessidade de um processo de cassação.

O presidente da Casa de Leis, o vereador Mario Cesar (PMDB) afirmou que as denúncias contra o prefeito são “fatos notórios e de conhecimento público” e que nada pode mudar isso. “Não será nenhum requerimento que vai mudar os fatos”.

Apesar dos questionamentos de Alex que abordaram o envolvimento do ex-prefeito Trad, o vereador Elizeu Dionísio (SDD) afirmou que ao questionar o denunciante da Comissão Processante, a comissão continua com sua legalidade. “A comissão não perde sua legitimidade por conta das denúncias. Qual a ilegalidade da Comissão Processante?”, questionou.

Paulo Siufi (PMDB) sugeriu ainda que se leve o questionamento do denunciante à Polícia Federal, onde também deve ser investigado. 



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