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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

16/10/2013 13:25

Comissão Processante só afasta Bernal se houver interferência, afirma Edil

Kleber Clajus
Edil pontua que equipe inicia trabalhos da Processante na quinta-feira e que vai tomar cuidado com entrevistas no período (Foto: Cleber Gellio)Edil pontua que equipe inicia trabalhos da Processante na quinta-feira e que vai tomar cuidado com entrevistas no período (Foto: Cleber Gellio)

O vereador e presidente da Comissão Processante, Edil Albuquerque (PMDB), diz que o prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), só será afastado do cargo caso “ele tente cercear” o processo de investigação de seus atos administrativos.

“Sou terminantemente contra, só se ele cercear nosso trabalho, mas tenho certeza que isso não acontecerá”, afirma Edil.

Em reunião nesta manhã ficou definido que a Comissão, composta pelo relator Flávio César (PT do B) e pelo membro Alceu Bueno (PSL), terá cinco dias para se interar sobre conteúdo da denúncia protocolada pelos ex-aliados do prefeito, Luis Pedro Gomes e Raimundo Nonato de Carvalho, e aprovada ontem por 21x8 pelo plenário da Câmara Municipal.

“A partir de amanhã iniciamos os trabalhos e após análise dos documentos vamos encaminhar para o prefeito, que tem 10 dias para responder por escrito às indagações”, explica o peemedebista que também reconhece que vai se “ater as futuras entrevistas” para evitar mal-entendidos.

A Comissão Processante tem até 90 dias para concluir relatório sobre supostas irregularidades em atos administrativos de Bernal. Com a investigação documentada caberá ao plenário da Casa de Leis decidir se cassa ou não o mandato do prefeito. Para tanto, são necessários 20 votos favoráveis.

Bernal declarou hoje que vai recorrer a Justiça contra todo o processo.



Pedro Camargo! Se você tiver denúncias concretas contra a administração anterior faça o mesmo que os outros três cidadãos fizeram em relação a gestão atual: formalize junto a Câmara Municipal, pedido de instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito. Caso o Legislativo não se manifeste, formalize junto ao Ministério Público e na corte de contas. Esse é o caminho!
 
oscar mendes em 17/10/2013 00:21:17
E as outras irregularidades da outra administração, vai ficar no esquecimento?
 
Pedro camargo em 16/10/2013 14:33:42
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