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Campo Grande, Sábado, 19 de Agosto de 2017

06/10/2013 09:43

CPI da Saúde desiste de convocar ex-secretários e já prepara relatório

Leonardo Rocha
Presidente da CPI diz que depoimentos de ex-secretários são desnecessários (Foto: Arquivo)Presidente da CPI diz que depoimentos de ex-secretários são desnecessários (Foto: Arquivo)

A CPI da Saúde da Assembleia desistiu de convocar o ex-secretário municipal de saúde e deputado federal, Luiz Henrique Mandetta (DEM) e a ex-secretária estadual Beatriz Dobashi. A partir de segunda-feira (7), os deputados irão reunir todos os dias para análise dos depoimentos e documentação para a elaboração do relatório final.

O presidente da comissão, o deputado estadual Amarildo Cruz (PT), afirmou que os dois ex-secretários estavam na lista de possíveis convocações, mas que após avaliação da comissão ficou evidenciado que eles não acrescentariam informações novas a CPI. “Iremos focar agora no trabalho com os técnicos para confrontar as informações que recolhemos até agora”, destacou.

Amarildo explicou que Dobashi já havia prestado um “longo” depoimento a CPI e que não era necessário chamá-la de novo. “Ela já expos sua posição e repassou as informações sobre a pasta, o que ficou faltando ou surgiu durante a investigação foi enviado por meio de documentação”, apontou.

Em relação à Mandetta, o presidente da CPI destacou que o ex-secretário municipal de saúde, Leandro Mazina, que foi o sucessor do deputado, já apresentou todos os dados e informações referentes aquele período. “Tínhamos dúvidas em relação ao Gisa (Gestão de Informação de Saúde), mas o assunto foi bem debatido pela comissão".

A CPI da Saúde iniciou os trabalhos no dia 23 de maio e encerra seu prazo de atividades dia 23 de outubro. A comissão tem o objetivo de investigar o repasse de recursos do SUS (Sistema Único de Saúde) para as unidades de saúde do Estado nos últimos cinco anos. Ela é formada pelos deputados Amarildo Cruz (PT), presidente, Junior Mochi (PMDB), relator, Lauro Davi (PROS), vice-presidente, Onevan de Matos (PSDB) e Maurício Picarelli (PMDB).




TEm irregularidades, ja falaram.
MUltar, prender e etc.
TEm que fazer parte.
Nao pode aliviar pelo sobrenome politicos.
A População paga imposto demais.
Façam o justo com esse medico rico.
Esses medicos ficando rico facil.
 
Vilton Vera em 06/10/2013 10:59:30
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