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Campo Grande, Quarta-feira, 16 de Agosto de 2017

15/09/2013 10:39

CPI da Saúde questionará empresa por contrato de R$ 10 mi que não foi cumprido

Jéssica Benitez

Depois de pedir dilatação no prazo para conclusão dos trabalhos que deveriam ir até 30 de setembro, mas agora só se finalizará dia 30 de outubro, a CPI da Saúde instalada na Assembleia Legislativa realiza amanhã, às 14h, mais uma sessão de depoimentos com o presidente do Conselho Estadual de Saúde, Ricardo Alexandre Correa, bem como com o diretor da empresa Telemídia Technlogy International, Naim Alfredo Beydoun.

O principal objetivo é esclarecer com a empresa o motivo da não instalação do sistema Gisa na prefeitura de Campo Grande, já que o serviço foi contratado por quase R$ 10 milhões, porém até hoje não funciona. A ferramenta serviria para agendar consultas em unidades de saúde por telefone e também emitir prontuário de forma eletrônica.

A comissão já questionou o ex-secretário de saúde, Leandro Mazina, sobre o sistema. Ele afirmou que este só não está ativo por conta do atual prefeito da Capital Alcides Bernal (PP). “Iremos esclarecer estas dúvidas com o diretor da Telemídia, que era responsável por esta questão”, destacou o presidente da CPI, o deputado estadual Amarildo Cruz (PT).

Os parlamentares também vão questionar o presidente do conselho estadual sobre a atuação da entidade nas decisões voltadas a saúde nos últimos anos, além de saber como funciona o acompanhamento e fiscalização sobre os recursos do SUS (Sistema Único de Saúde). “Queremos saber se o conselho está cumprindo com suas atribuições e até onde puderam atuar”, afirmou Amarildo.




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