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Campo Grande, Segunda-feira, 21 de Agosto de 2017

28/12/2015 08:45

Defesa deve esperar até fevereiro para tentar liberdade de Delcídio

Leonardo Rocha
Defesa do senador só deve tentar ação para sua saída da prisão em fevereiro (Foto: Divulgação)Defesa do senador só deve tentar ação para sua saída da prisão em fevereiro (Foto: Divulgação)

O senador Delcídio do Amaral (PT), que está preso desde o dia 25 de novembro, deve permanecer no quartel da Polícia Militar, em Brasília, no ano novo e todo o mês de janeiro. A defesa tentou revogar a prisão antes do Natal, mas teve o pedido negado pela Justiça. Por esta razão deve entrar com uma nova ação apenas em fevereiro, após o recesso do Judiciário.

Segundo a assessoria do senador, o advogado Antônio Figueiredo Basto, só irá entrar com uma nova ação em fevereiro, aguardando uma resposta positiva do Judiciário.

Delcídio tentou sair da prisão antes do Natal, porém a Justiça alegou que não houve "mudança no estado dos fatos", que autorizasse a revogação da prisão ou um regime mais brando ao senador. Desde sua prisão no final de novembro, o petista conseguiu apenas a transferência da sede da Polícia Federal, em Brasília, para o Quartel da Polícia Militar, onde tem condições mais adequadas.

O senador está agora no alojamento de oficiais, em quarto que tem duas beliches e um armário pequeno, tendo um banheiro entre os quartos, além de uma sala média com sofá e mesa de jantar no alojamento, com área próxima ao quintal, que pode ser destinada a banho de sol.

Delcídio foi preso com autorização do ministro-relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, Teori Zavaski, sob a alegação que estava tentando atrapalhar as investigar, ao oferecer recursos mensais e até um plano de fuga à família do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, para que este não firmasse acordo de delação premiada.

Escritório - O jornal Folha de São Paulo noticiou que o escritório do senador estaria fechado em Campo Grande, inclusive com a maior parte dos funcionários dispensados. A assessoria do senador negou esta tratativa, ao dizer que o local entrou em recesso legislativo na semana do Natal e que retorna as atividades em fevereiro.

Também informou que os 12 funcionários do escritório não foram dispensados ou demitidos e que logo após o recesso voltam as atividades, pois todos são contratados como servidores do Senado Federal e que esta situação só mudaria por uma decisão da Mesa Diretora.




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