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Campo Grande, Sexta-feira, 18 de Agosto de 2017

09/02/2014 09:32

Deputado quer ”apoio" a entidades que atuam na recuperação de dependentes

Leonardo Rocha
Fábio Trad defende parcerias com entidades que atuam na recuperação de dependentes químicos (Foto: Divulgação)Fábio Trad defende parcerias com entidades que atuam na recuperação de dependentes químicos (Foto: Divulgação)

O deputado federal Fábio Trad (PMDB), vice-presidente da comissão de combate ao crack na Câmara dos Deputados, ressaltou que é preciso apoiar e estabelecer parcerias com entidades que fazem a recuperação de dependentes químicos, realizando tarefa que seria do poder público.

“Enquanto as ações governamentais, como o programa federal de enfrentamento do crack lançado em 2011, que até agora só aplicou 34% do orçamento previsto, estas instituições de forma heroica, dependente de doações e do trabalho voluntário, cumprem um papel social”, afirmou ele.

De acordo com o deputado, a rede pública não absorve esta demanda por falta de estrutura e de pessoal especializado, enquanto que estas organizações não-governamentais (Ongs) fazem este trabalho por meio de comunidades terapêuticas.

Fábio Trad que é vice-presidente da comissão, ao lado do deputado Osmar Terra (PMDB-RS), ressaltou que muitas instituições sobrevivem de doações, sem ter parcerias com o poder público através de políticas voltadas a este tema.

Exemplo – Entre um dos destes locais, o deputado esteve na última sexta-feira (7) na Comunidade Terapêutica Euripes Barsanulfo, que funciona desde 2011 na recuperação de dependentes químicos.

Esta instituição atende a 30m jovens com apoio psicológico, atividades de laboraterapias, com atividades de cultivo da terra e criação de animais. O local conta com quatro funcionários, além da ajuda de voluntários.

O deputado pretende encaminhar o processo para que esta entidade possa realizar convênios para obtenção de recursos estaduais e federais.

“O dependente químico é portador de uma doença, o vicio das drogas, que precisa do acolhimento familiar e da sociedade, mas principalmente, de tratamento”.

O peemedebista alerta que hoje este tratamento está restrito a quem tem condições financeiras de pagar uma clínica particular.

 




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