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Campo Grande, Domingo, 20 de Agosto de 2017

31/05/2016 14:35

Divulgação dos denunciados terá transmissão pela intranet

Paulo Yafusso e Michel Faustino
Procurador-geral de Justiça, Paulo Passos, fala sobre a denúncia da Coffee Break em entrevista coletiva no fim da tarde (Foto: Fernando Antunes)Procurador-geral de Justiça, Paulo Passos, fala sobre a denúncia da Coffee Break em entrevista coletiva no fim da tarde (Foto: Fernando Antunes)
Peça chegou no TJ e está sendo digitalizada. (Foto: Imagem ilustrativa/ Marcos Ermínio)Peça chegou no TJ e está sendo digitalizada. (Foto: Imagem ilustrativa/ Marcos Ermínio)

A PGJ (Procuradoria-geral de Justiça) encaminhou ao TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), no início da tarde, a denúncia contra os investigados da Operação Coffee Break, que investigou suposto esquema para cassar o prefeito Alcides Bernal (PP) em março de 2014. Mas o procurador-geral de Justiça, Paulo Passos, só falará sobre a denúncia em entrevista coletiva às 16h, que terá transmissão ao vivo via intranet.

A denúncia está fundamentada no relatório do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) e em novas provas levantadas pelos assessores da PGJ que prosseguiram com as investigações. A assessoria do TJMS informou que a petição, que é volumosa, está sendo digitalizado, processo que demanda certo tempo.

Embora o MPE (Ministério Público Estadual) não dê nenhuma informação, a lista de denunciados pode chegar a 25, entre políticos, vereadores e empresários. No relatório encaminhado à PGJ no início de dezembro do ano passado, o então coordenador do Gaeco, promotor de Justiça Marcos Alex Vera de Oliveira, recomendava o oferecimento de denúncia contra 13 vereadores, dois ex-prefeitos de Campo Grande e empresários, entres eles João Alberto Krampe Amorim dos Santos, dono da Proteco, Fábio Machinsky e João Baird, dono da Itel Informática.




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