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Campo Grande, Quinta-feira, 24 de Agosto de 2017

30/05/2017 18:32

Em reunião com produtores rurais, Reinaldo se defende de denúncias

Anahi Zurutuza
Governador em reunião no auditório da Acrissul (Foto: Marcos Ermínio)Governador em reunião no auditório da Acrissul (Foto: Marcos Ermínio)

Depois de visitar deputados, desembargadores, advogados e órgãos fiscalizadores, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) foi até a Acrissul (Associação de Criadores de Mato Grosso do Sul) para dar seus argumentos sobre as acusações quem vem sofrendo, tanto na delação premiada da JBS, quanto na denúncia sobre suposta cobrança de propina veiculada pelo Fantástico no domingo (28).

Cara a cara com integrantes da classe a qual pertence, o chefe do Executivo estadual voltou a dizer que as acusações feitas contra ela pelos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, à Operação Lava Jato não tem fundamento e que ele vai “até o fim” para provar sua inocência.

Sobre as denúncias mais recentes, de que a administração estadual supostamente estaria cobrando propina para renovar isenções fiscais dadas a um curtume de Mato Grosso do Sul, Reinaldo também manteve o discurso já feito nesta segunda-feira (30), justificando que as acusações partiram de uma empresa que, na verdade, sonega impostos.

Ontem, a administração estadual justificou porque suspendeu o acordo de isenção fiscal dado à Braz Peli Comércio de Couros desde 2010.

A empresa teria movimentado R$ 215 milhões sem recolher impostos e é investigada pelo o uso de seis empresas fantasmas para simular compra de couro bovino, conforme a Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda).

Foi o dono da Braz Peli José Alberto Berger que foi ao Fantástico denunciar o pagamento de propina ao ex-chefe da Casa Civil, Sérgio de Paula.

Na reunião com produtores, Reinaldo respondeu a perguntas e reforçou que tem a consciência tranquila.

O chefe do Executivo estadual também disse que encerrou a peregrinação por órgãos públicos e instituições, mas deixou claro que não vai parar de governar. “Não vou mais visitar instituição nenhuma, agora quem vai tocar essa pauta são os advogados. Eu e nossa equipe vamos tocar o governo. Não vamos parar por causa dessas denúncias infundadas e vamos deixar que a Justiça se encarregue de esclarecer tudo”.




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