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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

30/08/2012 18:10

Ex-secretário, deputado se irrita com críticas à Saúde em Campo Grande

Fabiano Arruda
Deputado federal Luiz Henrique Mandetta concede entrevista nesta quinta-feira. (Foto: Minamar Junior)Deputado federal Luiz Henrique Mandetta concede entrevista nesta quinta-feira. (Foto: Minamar Junior)

Ex-secretário municipal de Saúde em Campo Grande, o deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM) mostrou irritação nesta quinta-feira com as críticas que a saúde pública da Capital vem recebendo na campanha eleitoral.

Parte do arco de aliança que tenta eleger Edson Giroto (PMDB), ele afirmou que só os hospitais públicos demandam gasto de R$ 30 milhões por mês.

Além disso, revelou que existem, em média, dois mil leitos, sendo 150 de tratamento intensivo. “Só os de terapia intensiva demandam custos de R$ 3 mil por mês”.

“Criticar é fácil, agora quero ver as propostas para saber como vamos fazer com uma cidade hipertensa, que come carne com sal, consome bebida alcoólica em excesso e que envelhece muito rápido”, afirmou.

“Se fala muito na falta de pediatras, mas quero ver como vamos formar geriatras, que leva em média 10 anos de formação”, completou.

O deputado federal participou, na manhã desta quinta, de assinatura do COAP (Contrato Organizativo de Ação Pública de Saúde), que disciplina as ações de municípios, Estado e União nas ações do SUS (Sistema Único de Saúde), e contou com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.



Será que é só em Campo Grande que o povo come sal que nem boi, bebe quem gambá, fuma que nem macaco, come carne que nem onça? Se tem tantos leitos assim e porque faltam? O problema não está e ao mesmo tempo está no povo. Esse povo elege médicos, delegados e comandantes de polícia para cargos políticos. Homem é homem, menino é menino e político é político.
 
Ezio José em 30/08/2012 11:13:21
Da para fazer mais sim pela saude de nossa cidade. Temos muito gastos com obras, estes gastos poderiam ser com melhor aparelhamento da saude . Melhorar o Que ja esta em uso. Nao adianta construir e nao ter medico para trabalhar no local! Nao adianta fazer a populacao andar varios quilometros atras de um raio-x, ou um ultrassom ; nao adianta viver dizendo Que o medico nao quer trabalhar. Pague mais
 
Edwaner Bondarczuk em 30/08/2012 09:24:20
Acredito q o ex-secretário, hj deputado federal deve estar satisfeito com a saúde do município. Administrar a escassez é sinônimo de capacidade de gestão. Se a população é td isso q ele diz, faltou a produção de planos nesse sentido, quem sabe os problemas seriam menores, já que isso é uma questão de longo prazo. Se 10 anos é o tempo de formação de geriatras, os dois últimos prefeitos são médicos.
 
jorge oliveira em 30/08/2012 08:24:34
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