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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

15/08/2013 21:55

Giroto destaca preocupação social nas obras do pacote “MS Forte-2”

Zemil Rocha, Jéssica Benitez e Lidiane Kober
Giroto disse que UEMS da Capital terá curso de Medicina (Foto: João Garrigó)Giroto disse que UEMS da Capital terá curso de Medicina (Foto: João Garrigó)

O secretário de Obras do Estado, Edson Giroto, destacou a preocupação social das obras do governo incluídas no programa “MS Forte-2”, que está sendo lançado esta noite no Clube Estoril, em Campo Grande. No mesmo tom de muitas das autoridades presentes no evento, Giroto citou duas obras emblemáticas: a construção da unidade da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) em Campo Grande, com abertura de curso de Medicina, e a construção do Hospital de Três Lagoas.

“Com essas obras atendemos ao grande apelo da população que é por mais médicos”, afirmou Giroto. “Não é só a questão da obra, mas das pessoas. A nossa secretaria está atendendo clamor das pessoas por mais médicos”, enfatizou. “Isso é o mais importante”, continuou.

A unidade própria da UEMS na Capital será entregue em setembro de 2014. “E já nesse mesmo ano, a UEMS vai abrir vestibular e começar o curso de Medicina”, informou o secretário. Quatro laboratórios já estarão prontos antes da realização do primeiro vestibular, segundo o governador André Puccinelli.

Para Giroto, a grande obra é o fato de o governo do Estado buscar interagir com todos os prefeitos independentemente da sigla partidária. “Esse pacote muda perfil econômico do Estado, que está na contramão de todos os outros, porque Mato Grosso do Sul cresceu economicamente”, disse. “O Estado aumentou a arrecadação e consequentemente os investimentos”, acrescentou.

O compromisso de Giroto com governador é entregar todas essas obras no final de 2014. Explicou que a única obra que não depende só dele é a da rodovia BR 419, que liga Aquidauana a Rio Negro, porque depende de verba federal.”Nessa obra são R$ 432 milhões e 90% do governo Dilma”, disse.



Propaganda ainda é o chamariz de muitas pessoas. Preocupação Social, Nem equipamento, nem funcionários tem no H.Regional para atender no que está construído, imagina mais um. O Estado não tem um lugar para abrigar doentes de problemas psiquiátrico e tratá-los e fala em PREOCUPAÇÃO SOCIAL? Não conseguem dar manutenção no que tem e vem com ladainhas, só bobos para ir nessa conversa.
 
luiz alves em 16/08/2013 08:43:54
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