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Campo Grande, Quinta-feira, 19 de Abril de 2018

04/07/2013 16:57

Jogo de empurra marca acareação entre Dorsa e reitora da UFMS

Ângela Kempfer e Jéssika Benitez
Dorsa ao fundo, ao lado da reitora. Dorsa ao fundo, ao lado da reitora.

A acareação na tarde de hoje, entre o ex-diretor do Hospital Universitário, José carlos Dorsa, e a reitora da Universidade federal, Celia Maria, virou um jogo de empurra.

Os dois continuam atribuindo um ao outro a responsabilidade sobre irregularidades denunciadas após a Operação Sangue Frio, deflagrada após investigação sobre favorecimento da rede privada no combate ao câncer em Campo Grande.

Ambos reafirmaram o que já haviam dito à CPI da Saúde na Câmara Municipal. Dorsa garante que todas as decisões do HU eram submetidas à reitoria. Já Célia Maria continua falando que o médico tinha autonomia para decidir.
Mas Dorsa foi categórico: “tudo passa pela Reitoria”.

Mesmo assim, reitora afirma que só ficou sabendo em novembro do ano passado que o HU havia rejeitado o repasse de um acelerador linear para o tratamento de pacientes com a doença. A recusa foi formalizada em agosto.
Segundo Célia Maria, não houve qualquer questionamento a Dorsa, porque na sequência o Ministério Público exigiu que o repasse fosse feito.

Ambos são bastante pressionados, tanto pelos vereadores, quanto por estudantes e servidores que estão no plenário.
Dorsa foi vaiado, por exemplo, quando um dos integrantes da Comissão criticou a forma vulgar como tratou os equipamentos, chamando de “troço”, conforme escutas telefônicas divulgadas nesta semana.

Como argumento, o médico lembrou que tem “a segurança da Constituição, que assegura que o direito de falar como quiser na intimidade”.

A reitora justifica a “desinformação” dizendo que “lida com Ministério da Educação e não com o da Saúde”, apesar do HU ser um hospital escola ligado à UFMS.

Os dois só concordaram na defesa sobre o motivo de terem rejeitado o acelerador. “Aparelho novo não e só colocar na tomada, precisa de uma equipe”, argumentou a reitora.

Segundo ela, hoje o déficit de funcionários chega a 1.1 mil, uma deficiência que só piora ao longo dos anos.
Sobre o fato de em nenhum momento a UFMS ter aberto algum processo administrativo por conta da desativação da Radioterapia, a reitora alega que “Não e assim na UFMS, não é dessa forma que trabalhamos”.

Ela admite que só depois da Operação Sangue frio é que a instituição abriu 8 processos administrativos. Mesmo assim, Célia Maria defende Dorsa. “Mas são indícios, não posso falar que há culpados ou não”.



Jogo de empurra começa com essa CPI, blindando a administração anterior, só não vê quem é analfabeto politico! Vamos acordar minha gente, tinha pelo menos 4 vereadores médicos, um governador e um prefeito médico e eles no auge da experiencia politica não viram nada o tempo todo? O que vai acontecer com a senhora Beatriz? Sera que essas coisas só acontecem na saúde? Imagina a educação então!!
 
sidnei garcia em 05/07/2013 14:32:29
Já que é para empurrar deviam empurrar todo mundo pra dentro da cadeia...
 
MAXIMILIANO RODRIGO ANTONIO NAHAS em 05/07/2013 13:30:12
É vergonhoso mas é Brasil e com a quebra do sigilo telefone da reitora tem gente grande preocupado que a rede que pega bagre também pode pegar tubarão grande e ai vai da cacaca para gente grande ser tiver lei no brasil né, se não acabar em pizzzzzzzzzzzzzzzzzza
 
Francisco Elias De Macedo em 05/07/2013 11:03:20
Meus caros colegas nessas horas cada um defende o seu, se é que eles tem.
 
jose carlos em 05/07/2013 10:21:00
Bom dia!

Assistindo o Jornal hoje cedo, vendo isso sem acreditar que departamento da UFMS , HU, diretoria , reitoria e tudo mais...não possuem simples gestão de documentação...ou seja cada um faz o que bem entende. Ingestão Pura! aí me pergunto como essas pessoas vão parar em cargos de confiança e onde tudo deve ser registrado um departamento deve estar ligado a outro....como ? como se entende essa gente? pela transparência? que transparência, quem colocar essa gente quem? quem é responsável por esses irresponsáveis? quem esta pagando isso tudo é o povo que esta debilitado colocando a vida deles nas mãos dessa gente sem escrúpulos, como ficamos?
 
Rosemeri Silva em 05/07/2013 09:00:59
Chamar de troço um equipamento de manuseio a saúde e a salvar vidas,isso pode ser chamado de médico?Alguém que faz uma jura de formação e se corrompe ao longo de sua trajetória profissional?A troco de que?compensa doutor Carlos Dorsa?Que vergonha pra sua categoria e para o povo Brasileiro e Sul Matogrossense,queira Deus q nunca precise estar internado no HU ,onde foi diretor o povo tem nojo de vc e seus comparsas que são muitos,se fosse em São Paulo quero ver se tava ai de boa como esta agora o povo tinha te massacrado tem sorte de estar no interior do Brasil.......Afff vai acabar em pizza mesmo....
 
alex sandro jose florenciano em 05/07/2013 08:28:42
É fraude para todo lado, será que o concurso da UFMS também não é uma fraude, só para arrecadar? E fraude do último concurso da UFMS? ninguém falou mais nada e não foi devolvido a inscrição.
 
Rosineide M. castro em 05/07/2013 08:14:49
Que maldade! Ela não defendeu, só referenciou o princípio do contraditório...
 
Filipe Alberto em 05/07/2013 07:30:14
Cadê o pessoal que critica tanto ???????????????????
 
Marcos Silva em 04/07/2013 21:52:40
VAI TERMINAR TUDO EM PIZZAS! AFINAL NÓS ESTAMOS NO BRASIL.
 
otavio moreira em 04/07/2013 21:08:35
Me perdoe o ex-diretor do HU José Carlos Dorsa, mas acredito na Reitora Célia Maria. Ela realmente não sabia de nada, ela não sabe que o saci-pererê não existe, o coelhinho da páscoa, papai noel, mula sem-cabeça, ops, me perdoem. Mula sem-cabeça existe sim, é a própria reitora da UFMS. Oh mulherzinha incompetente!
 
marco antonio em 04/07/2013 18:15:14
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