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Campo Grande, Segunda-feira, 21 de Agosto de 2017

05/10/2014 06:15

Mais de 3,6 mil policiais vigiarão locais de votação em Mato Grosso do Sul

Lidiane Kober

Os efetivos da Polícia Militar, Civil e Federal vão estar de prontidão, neste domingo (5), nos pontos de votação para garantir a segurança nas eleições desde ano. Só a PM colocou três mil homens nas ruas de Mato Grosso do Sul e Polícia Federal atuará com 600 agentes.

Em cada uma das 999 zonas do eleitorais do Estado, haverá pelo menos dois PMs. “Nos locais onde há mais urnas e maior aglomeração de pessoas, o número de policiais pode aumentar”, frisou o coronel Valter Godoy Rojas, comandante-geral da Polícia Militar.

Segundo ele, regiões de fronteira ganharam reforço, com o deslocamento de mais de 300 policiais da Capital para o interior. Só em Campo Grande, serão cerca de 600 homens monitorando 233 zonas eleitorais.

A Polícia Federal, por sua vez, atuará na segurança, principalmente, de locais de votação situados em Aldeamento Indígena. Já a PRF (Policia Rodoviária Federal) estará de olho na fiscalização de transporte de eleitores.

Sem revelar números, o delegado-geral da Policia Civil no Estado, Jorge Razanauskas, informou que todo o efeito está escalado para hoje. Os agentes portarão coletes identificadores, algemas e armas.

Em Campo Grande, os atendimentos serão realizados pela Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro e do Bairro Piratininga e os presos serão encaminhados para a 4ª Delegacia de Policia ou para a Derf (Delegacia Especializada em Roubos e Furtos).

Equipes do Bptran (Batalhão de Trânsito da Policia Militar) e da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), bem como o Corpo de Bombeiros, também estão de prontidão no dia da votação.

De acordo com a presidente da Comissão de Acompanhamento Eleitoral da OAB-MS (Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Mato Grosso do Sul), Nilmare Daniele Irala, uma equipe da entidade deve fazer plantão na sede da Polícia Federal para encaminhar possíveis denúncias sobre crimes eleitorais, como boca de urna e compra de votos aos agentes federais.

Sem cadeião - Em virtude do baixo número de prisões nas eleições anteriores, neste ano, a Justiça não terá um espaço específico para levar quem for flagrado cometendo crime eleitoral.

“Na eleição anterior requisitamos o Ginásio Dom Bosco, mas como houveram poucas prisões consideramos desnecessário um espaço tão grande. Por isso, optou-se que as pessoas detidas sejam encaminhadas para as Depacs e Polícia Federal”, comentou o desembargador e juiz substituto do TRE (Tribunal Regional Eleityoral), João Maria Lós.

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