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Campo Grande, Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2018

12/07/2018 13:50

Mochi diz que semestre foi “produtivo” apesar do ano eleitoral

Deputados disse que em média foram votados quatro projetos por sessão neste semestre

Leonardo Rocha
Deputado Junior Mochi (MDB) concedeu entrevista após sessão (Foto: Leonardo Rocha)Deputado Junior Mochi (MDB) concedeu entrevista após sessão (Foto: Leonardo Rocha)

O presidente da Assembleia, o deputado Junior Mochi (MDB), disse que o primeiro semestre deste ano foi produtivo no legislativo, apesar de estar em um ano eleitoral, em que a maioria dos deputados vai tentar a reeleição. Com 177 projetos aprovados, o parlamentar alegou que a média foi de 4 matérias aprovadas por sessão.

“Conversamos muito no começo do ano para evitar que a eleição prejudicasse os trabalhos, mas conseguimos manter a média, foram de 4 a 5 projetos aprovados por sessão e não deixamos acumular. Também conseguimos trabalhar em conjunto com os demais poderes, de forma harmônica”, disse Mochi.

O deputado destacou que entre as matérias de destaque no semestre, está a redução da alíquota do diesel de 17% para 12%, que foi enviado pelo governo estadual. “Foi um trabalho em conjunto que vai contribuir para todos os setores, inclusive a população”. Ainda citou a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e a mudança nos depósitos judiciais, que aumentou a retirada de 70% para 80% pelo governo.

No balanço divulgado foram 177 projetos aprovados, 54 emendas, 09 vetos analisados, 1,5 mil indicações, 613 moções e 118 requerimentos, além de 4.366 ofícios expedidos. “A produção foi boa e a intenção é manter este desempenho no segundo semestre, já que a campanha terá apenas 45 dias e não pode prejudicar os trabalhos”.

Segundo semestre – Mochi confirmou que o projeto que trata das taxas cartorárias será discutido e votado apenas depois da eleição, para que o tema que gera muitas divergências, não seja “politizado” e coloque todas as partes envolvidas na mesa de negociação. “Se trata de um assunto complexo que precisa de tranquilidade, não podemos antecipar o debate no meio do processo eleitoral”.

Como já havia adiantado os deputados, a intenção é promover audiência pública com a participação dos representantes dos cartórios, sociedade civil, setor produtivo, assim como dos poderes: Tribunal de Justiça, Ministério Público e Defensoria Pública, para buscar um consenso. “Um dos pontos principais é saber quanto processo estão deixando de ser lavrados no Estado, por causa dos preços cobrados”.



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