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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

31/03/2016 10:42

Movimento a favor de Dilma inclui manifestação e ato religioso na Capital

Mayara Bueno
Manifestação pró-Dilma, na Capital, em 18 de março. (Foto: Arquivo)Manifestação pró-Dilma, na Capital, em 18 de março. (Foto: Arquivo)

Representantes de movimentos sociais, além de militantes dos PT, vão promover um ato público na Avenida Afonso Pena com a Rua 14 de Julho, no centro de Campo Grande, às 16 horas desta quinta-feira (31), além de ato religioso. Os protestos fazem parte de ações pró governo de Dilma Rousseff (PT).

O ato chamado “Golpe nunca mais”, promovido pelo movimento Frente Brasil Popular, terá como objetivo, de acordo com a presidente municipal do PT, Maria Rosana, abordar a defesa da democracia. Os protestantes são contra o processo de impeachment que tramita na Câmara dos Deputados, contra a presidente da República, Dilma Rousseff (PT), e intensificam as ações contrárias à destituição dela. Há a expectativa de participação de acadêmicos, professores e representantes de movimentos sociais, além de militantes petistas.

Além das manifestações, a expectativa é uma grande marcha em Brasília hoje, com a participação de delegaçees vindas de todo o Brasil.

Ainda conforme explica a dirigente, a manifestação na Capital deve durar duas horas e permanecerá no cruzamento das vias. A previsão é de que atos como o de Campo Grande ocorram simultaneamente em outras cidades do País e do exterior.

Às 19 horas, com tema semelhante, será feita uma celebração “pela vida e democracia”, na Praça do Rádio Clube na Capital. A ação será promovida pela Comissão de Justiça e Paz da Igreja Católica, de acordo com a dirigente do PT, mas também deve contar com a participação dos movimentos sociais e militantes.

No domingo (3), a programação da Frente será sobre temas locais. O grupo está se organizando para promover um abraço coletivo no MPE, cobrando o desfecho da Coffee Break, operação que investiga se houve esquema de compra de votos para a cassação do prefeito Alcides Bernal (PP). Também vão questionar a Operação Lama Asfáltica, que apura irregularidades em contratos de obras em Mato Grosso do Sul. Eles vão se reunir na sede do MPE, no Parque dos Poderes.

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