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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

10/07/2009 08:28

Na Câmara, Assetur, Agetran e vereadores discutem tarifa

Redação

O presidente da Assetur (Associação das Empresas do Transporte Coletivo), João Rezende, participa nesta manhã de reunião com o diretor da Agetran Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Rudel Trindade, e com vereadores na Câmara Municipal para discutir a possibilidade de redução da tarifa de ônibus.

Antes de entrar para a discussão, o representante da prefeitura antecipou. "Isso é conversa para no mínimo 60 dias", disse Rudel Trindade.

O presidente da Assetur evitou comentar alternativas já lançadas pelo Ministério Público Estadual, que ficou até meados deste mês o prazo para que uma solução seja dada, sob ameaça de ação judicial.

Uma das propostas é a unificação da tarifa, que hoje custa R$ 2,50 para quem não usa o cartão e R$ 2,30 para os demais. A sugestão é que seja preservado apenas o valor menor, como forma de corrigir suposto reajuste abusivo feito neste ano.

João Resende diz que "o que o prefeito definir será cumprido", mas ele sustenta que não há como reduzir tarifa sem diminuir as gratuidades, que hoje atendem desde alunos a profissionais como carteiros e policiais.

Sobre a qualidade do serviço, outro ponto criticado pelo MPE, a Assetur argumenta que a falta de corredores específicos para ônibus dificulta o fluxo e diminui o número de viagens. A lógica é que se houve corredor, o tráfego seria mais rápido, com mais viagens pelo mesmo ônibus e com menos passageiros.

A idéia já é estudada pela prefeitura, lembrou Rudel Trindade, como parte do projeto de mobilidade urbana em desenvolvimento.

Ainda sobre a superlotação, João Resende, anuncia que até agosto mais 30 veículos serão inseridos na frota do transporte coletivo, mas alguns serão apenas para substituir ônibus antigos.

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