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Campo Grande, Sábado, 19 de Agosto de 2017

08/08/2014 11:55

Olarte diz que precisa iniciar hospital para depois credenciá-lo

Kleber Clajus
Unidade na Afonso Pena custará R$ 2 milhões por mês (Foto: Marcos Ermínio)Unidade na Afonso Pena custará R$ 2 milhões por mês (Foto: Marcos Ermínio)

O Hospital da Criança do SUS (Sistema Único de Saúde) deve iniciar suas atividades sem estar credenciado junto ao Ministério da Saúde. A medida deve ser adotada posteriormente, de acordo com o prefeito Gilmar Olarte (PP), a fim de garantir recurso a estrutura de atendimento pediátrico em Campo Grande.

“Antes de qualquer coisa fui ao Ministério da Saúde e eles disseram que deveria abrir o hospital, bancar esse ano e ano que vem vão bancar para nós grande parte. Preciso inciar, para depois credenciar”, ressaltou Olarte.

Em relação ao atendimento, o prefeito confirmou que terá início em 15 dias e que já possui 50% dos médicos pediatras para atuar na unidade. A operação da estrutura deve custar até R$ 2 milhões por mês, sendo 193 mil relativos ao arrendamento do prédio e equipamentos do Hospital Sírio Libanês. O arrendamento foi assinado na terça-feira (5).

Reforço - No projeto do Executivo, anunciado em maio, se prevê disponibilidade de cinco pediatras em três turnos e atendimento ambulatorial 24 horas. Também não se descarta a realização de cirurgias eletivas nos dois centros cirúrgicos que dispõe a estrutura, localizada na Avenida Afonso Pena.

Durante a primeira fase de implantação, a unidade realizará apenas atendimento ambulatorial, encaminhando casos mais graves para a Santa Casa. Em seguida, devem ser ativados 100 leitos, sendo 40 deles dedicados a crianças. A última etapa, prevista para dezembro, consiste na operação de dois centros cirúrgicos e 10 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

Por outro lado, o Hospital da Criança não coloca fim ao projeto da Prefeitura em construir um hospital municipal na área do Exército, entre as Avenidas Tamandaré e Euller de Azevedo. A negociação inclui permuta de área em troca da construção de casas para os militares e possui recurso de R$ 100 milhões previsto no orçamento para o próximo ano.




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