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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

21/03/2014 13:58

Olarte promete restaurar aliança com empresas concessionárias

Kleber Clajus
Prefeito quer restaurar aliança quebrada entre Prefeitura e empresas prestadoras de serviços públicos (Foto: Cleber Gellio / Arquivo)Prefeito quer restaurar "aliança quebrada" entre Prefeitura e empresas prestadoras de serviços públicos (Foto: Cleber Gellio / Arquivo)

O prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP), se comprometeu nesta sexta-feira (21) a “restaurar aliança” com empresas concessionárias de serviços como abastecimento de água, coleta de esgoto e lixo. A declaração ocorreu durante lançamento da Semana da Água, na sede do Crea-MS (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso do Sul).

“Vamos restaurar aliança quebrada entre a prefeitura e as concessões para continuarmos evoluindo e dando segurança para que os investimentos tenham continuidade”, pontuou Olarte.

Durante o evento, o presidente da empresa Águas Guariroba, José João de Jesus Fonseca, ressaltou que a empresa necessita de clima positivo para poder antecipar investimentos e “surpreender Campo Grande”.

A empresa, responsável pelo abastecimento de água e tratamento de esgoto, já possui cronograma para aplicar R$ 646 milhões até 2025 na Capital. O objetivo é ampliar a cobertura de coleta e tratamento de esgoto dos atuais 73% para 100%.

No caso do lixo, Olarte disse que estabeleceu um grupo de trabalho com especialistas para encontrar soluções quanto ao aterro sanitário. Pela legislação de resíduos sólidos, o prazo para operação da estrutura encerra em agosto deste ano.

“Precisa ser resolvido o mais rapidamente possível e definitivamente, sob pena de não termos mais o repasse de recursos federais”, relembra Olarte, que se reuniu ontem (20), em Brasília, com representantes da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) para tratar da questão.

A Prefeitura precisa licitar novamente o contrato com a empresa CG Solurb, anulado pela Justiça em outubro do ano passado. Este previa faturamento de R$ 1,82 bilhão, em 25 anos, e foi cancelado pelo juiz da Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, Amaury da Silva Kuklinski.



Tudo como dantes, no quartel de Abrantes.
 
Carlos Alberto Cordeiro em 21/03/2014 16:18:57
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