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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

21/10/2013 09:48

Para André, Bernal "sai rápido de crise" política ou vai "para a cadeia"

Aline dos Santos e Leonardo Rocha
Puccinelli se declarou defensor das investigações embasadas em relação aos agentes públicos.(Foto: Cleber Gellio)Puccinelli se declarou defensor das investigações embasadas em relação aos agentes públicos.(Foto: Cleber Gellio)

O governador André Puccinelli (PMDB) vê dois desfechos para a turbulência política protagonizada pelo prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP). O progressista é alvo de uma Comissão Processante na Câmara Municipal e teve pedido de afastamento do cargo apresentado pelo MPE (Ministério Público Estadual) à Justiça.

“O Ministério Público deve estar embasado, pois não é movido por paixões políticas. O prefeito precisa enviar os documentos e facilitar as investigações. Pois, assim, ele sairá mais rápido da crise política ou, então, poderá ir mais rápido para a cadeia”, afirmou o governador nesta segunda-feira.

Puccinelli disse esperar que o prefeito não esteja envolvido nas denúncias. “A população escolheu o prefeito, mas ficará contrariada se descobrir coisas novas daqui para a frente. Será uma desonra muito grande”, avaliou. O governador se declarou um defensor das investigações embasadas em relação aos agentes públicos.

“Na minha época, passei por inúmeras investigações e disponibilizei todos os documentos necessários. Tive 41 atestados de idoneidade”, disse. Nesta segunda-feira, o governador inaugurou o Centro de Línguas “Professor Fernando Peralta”, no bairro Amambaí, em Campo Grande.

Fio da navalha - Com 31 páginas, a denúncia - que embasa a comissão e o pedido de afastamento – aponta que o prefeito “vem perpetrando, em todas as áreas de atuação do município, inúmeros atos administrativos nocivos aos cidadãos e à economia campo-grandenses, demonstrando um inacreditável despreparo e uma intolerável ineficiência para o exercício do mandato que foi confiado”.

Conforme o documento, a Prefeitura na gestão de Bernal teve a “emergência fabricada”. Ou seja, que o prefeito teria prejudicado empresas que vinham prestando serviço para beneficiar a Salute Distribuidora de Alimentos Ltda, Jagás Com. de Gás Ltda e MegaServ.

“O denunciado se utilizou, ardilosamente, de meios para fabricar situações emergenciais, valendo-se, para tanto, de omissão no pagamento a alguns fornecedores (inadimplência seletiva), resultando na descontinuidade dos serviços públicos, gerando artificialmente uma crise e forçando a contratação direta de empresas ‘apadrinhadas’ pelo mesmo”, diz um dos trechos.

Bernal nega irregularidades e já informou que vai à Justiça para derrubar a Comissão Processante.



Com imunidade parlamentar ate o BEIRAR MAR estaria em liberdade.
 
Rubens Alvarenga em 21/10/2013 19:40:50
ESUENTA NAO NAO BERNAL,JA VIU ALGUEM DO PMDB BOTA NA CADEIA ISSO E DOR DE COTOVELO SEUS PERDEDORES KKKKKKKKKKKKKKKKK
 
JOAO BATISTA em 21/10/2013 14:07:37
Na política, há que se ter imensa capacidade de articulação, algum conhecimento de administração, alguma capacidade psicológica e um enorme jogo de cintura, para que se consiga governar. Tudo isto, infelizmente, o prefeito Alcides Bernal vem demonstrando que não tem. Destarte, não é justo crucificá-lo individualmente, pois, se ele está falhando, estão falhando juntamente com ele, e ninguém pode esquecer disto, principalmente a pobre população que nele depositou todas as suas esperanças, os seus aliados políticos que, no segundo turno , mais especificamente, juntaram-se ao seu partido e ao seu pseudo plano de gestão e administração, abraçando-o, apoiando-o . São responsáveis solidários os Srs. Delcidio, Zeca, Reinaldo,Vander, Dilma, dentre outros.......Cadê vocês?
 
Gilberto Ferreira do Amaral em 21/10/2013 11:53:42
A UNICA DIFERENÇA E QUE O GOVERNADOR NA EPOCA TINHA A CAMARA DO SEU LADO O POVO NAO E BESTA .
 
cesar lopes em 21/10/2013 11:09:42
o nosso governador dizendo isso, que vergonha, todo vez que foi pedido autorização para o investigar a assembleia legislativa, comandada pelo nosso ilibado Jerson Domingos, o blindou e agora vem querer dar uma de "se fosse eu deixaria me investigar, faça me o favor.
 
Joao mario em 21/10/2013 10:58:59
A linha entre o exercício de mandato político-eleitoral e a prática de crimes é tênue.
 
Anita Ramos em 21/10/2013 10:33:40
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