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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

03/04/2013 21:10

Pichações em Campo Grande é o tema debate na Câmara dos Vereadores

Nyelder Rodrigues e Nícholas Vasconcelos
Autoridades públicas e representantes da sociedade participaram da audiência na Câmara (Foto: João Garrigó)Autoridades públicas e representantes da sociedade participaram da audiência na Câmara (Foto: João Garrigó)

As pichações e depredação do patrimônio público e privado foi o tema de audiência pública realizada nesta quarta-feira (3), na Câmara Municipal de Campo Grande, por meio da Comissão de Meio Ambiente.

A audiência foi proposta pelo vereador Eduardo Romero (PT do B), e contou com a participação, do promotor da Vara de Infância e Juventude, Sérgio Harfuche, e do comandante do policiamento metropolitano coronel Evaldo Iahn Mazuy, e dos delegados da Polícia Civil, Rodrigo Yassaka e André Matsushita.

Além deles, também participaram o deputado estadual Marcio Fernandes (PT do B), o presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), Américo Calheiros, e a estudante representante do movimento universitário, Maria Peralta.

No início do evento, o deputado Marcio Fernandes afirmou que a questão das pichações foi discutida na Assembleia Legislativa em anos anteriores, sem muito sucesso, enquanto Calheiros lembrou que a escola Maria Constança, ao lado da Orla Morena, foi revitalizada, mas pichada três semanas depois.

Para ele, é preciso criar espaços para que os jovens possam se expressar através do grafite. “A manifestação é livre, mas precisa ser feita com respeito à propriedade e espaço de cada um”, ressaltou o presidente da FCMS.

Outro que defendeu a criação de espaços para os jovens foi o promotor Sérgio Harfuche. Ele acredita que não há locais assim na Capital, mas que ainda assim quem faz pichações não deve ser protegido pela lei, pois se trata de uma infração.

No que tange a diferenciação do grafite e da pichação, o delegado André Matsushita comentou que em 2011 houve alteração na lei federal de crimes ambientais, e houve a separação da pichação e do grafite, sendo somente o primeiro crime.

Entretanto, ele também afirmou que a legislação dificulta distinção, ficando difícil prender quem é flagrado praticando grafite. Já o delegado Rodrigo Yassaka comentou que a Polícia Civil e a Guarda Municipal só seguem o que está previsto na lei.

Porém, a representante do movimento universitário, Maria Peralta, reclamou que o jovem não tem voz, apontando a pichação como uma forma de demonstrar o descontentamento do jovem com determinadas situações.

Além disso, ela criticou a iniciativa de promover a audiência do vereador Eduardo Romero, em contrapartida do voto contra a aprovação da CPI da Saúde em Campo Grande. A plateia aplaudiu, mas logo em seguida o vereador rebateu, afirmando que a CPI não foi criado pois o funcionamento do hospital seria afetado com a aprovação da investigação parlamentar.



É necessário por a polícia nas ruas e prender esses vândalos. Nunca se vê na mídia a notícia de prisão de pichadores. Também é função da guarda municipal a proteção do patrimônio público, coisa que não vem ocorrendo.
É lastimável ver a situação em que se encontra toda a cidade, apesar dos esforços da prefeitura e dos comerciantes em transformar o centro em cidade limpa.
 
ricardo rodrigues em 04/04/2013 08:53:44
Participei ontem dessa audiência e tive a oportunidade de ouvir
a confidencia pessoal de uma moradora cuja residencia fica em
frente a Orla Morena, a mesma disse que semanas atras ela e
o marido acordaram de madrugada com barulho em sua janela...
constataram que haviam dois jovens pendurados na grade estavam
pichando sua parede ...jovens estão arriscando suas vidas e confundindo
liberdade de expressão com libertinagem...é preocupante !
.
 
joao cabral em 04/04/2013 08:47:31
Os órgãos e poder público devem se mobilizar a esse respeito, inclusive trabalhando junto às famílias desses jovens. Com essas leis que "passa as mãos" nas cabeças desses meninos, que não podem trabalhar, o resultado é isso. Em frente da minha casa, por exemplo, todos os dias os meninos se reunem para fumar drogas. Uma vez peguei-os pichando o muro vizinho. Chamei a polícia, mas quando vieram, os meninos correram.
 
Maria Lúcia Moreira em 03/04/2013 22:25:52
COM O ESPAÇO DE SKATE NA ORLA MORENA...A PICHAÇAO ACONTECE COM CERTEZA...UMA COISA PUXA A OUTRA,INFELIZMENTE QUEM USA SKATE BONES DE ABA RETA E TODOS OS SEUS TRAJES TAMBEM PICHAM MUROS...MAS CLARO QUE ISSO NAO É UMA REGRA GERAL...É PRECISO NAO INCENTIVAR ESTAS PRATICAS COMO POR EXEMPLO CONSTRUINDO PISTAS DE SKATE...DIZER QUE ISSO ACONTECE EM FUNÇAO DA NAO PARTICIPAÇAO DO JOVEM NA SOCIEDADE JÁ NAO É MAIS DESCULPA,HAJA VISTA QUE FOI CRIADO NO ESTADO A SECRETARIA DIRECIONADA À JUVENTUDE...VAMOS VER SE A ATUAÇAO DA JUVENTUDE CRESCE DE AGORA EM DIANTE,E A PICHAÇAO DIMINUA...A FACA E O QUEIJO ESTÁ NA MAO.
 
RAFAEL ALVES em 03/04/2013 22:07:32
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