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Campo Grande, Terça-feira, 22 de Agosto de 2017

17/04/2017 10:19

Prefeitura aguarda governo para iniciar construção de casas para famílias

Município espera definição das contrapartidas do governo estadual para iniciar construções

Richelieu de Carlo
Construções paradas do bairro Pedro Teruel II. (Foto: Marcos Ermínio)Construções paradas do bairro Pedro Teruel II. (Foto: Marcos Ermínio)

A Prefeitura de Campo Grande aguarda definição do Governo de Mato Grosso do Sul em oficializar a parceria para dar início à construção de casas para famílias transferidas da favela Cidade de Deus. Conforme o prefeito, Marquinhos Trad (PSD), a contrapartida do município já está estabelecida.

“A parte da prefeitura já está pronta, agora estou indo suplicar para que o governador autorize a Agehab (Agência Estadual de Habitação) a construir as edificações para as famílias da Cidade de Deus”, declarou Marquinhos, durante agenda pública na manhã desta segunda-feira (17).

De acordo com o chefe do Executivo municipal, o município irá investir R$ 3 milhões na construção de habitações populares para as cerca de 300 famílias que foram transferidas da favela. Falta somente o governador, Reinaldo Azambuja (PSDB), decidir quais serão as contrapartidas do Estado na parceria, inclusive valores.

Em declaração no início deste mês, o prefeito da Capital disse que o planejamento está na fase de escolha dos engenheiros responsáveis pelas construções. Conforme Marquinhos, essa etapa é importante porque os engenheiros ficarão responsáveis pela qualidade das construções pelo prazo de 20 anos.

A parceria deve ser oficializada pela gestão municipal e estadual através da pastas de habitação, a Emha (Agência Municipal de Habitação Popular) e Agehab (Agência Estadual de Habitação).

Prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad. (Foto: Marina Pacheco)Prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad. (Foto: Marina Pacheco)

Cidade de Deus - Em março de 2016, quando a favela foi dissolvida, parte das famílias foi para área nos bairros Bom Retiro, Pedro Teruel II, Jardim Canguru e Vespasiano Martins. A ideia seria que eles deixassem seus barracos para ocuparem loteamentos onde seriam construídas casas de alvenaria, com telha e acabamento, mas o que encontraram foram obras incompletas.

Outra situação a ser definida é casa para as famílias pré-selecionadas para morar no Residencial Jardim Canguru, localizado no bairro de mesmo nome, no sul da Capital. Segundo o prefeito, as entregas devem ser feitas até o final deste semestre.

O empreendimento conta com 272 moradias e, assim, foram divulgados 272 nomes. A seleção foi feita nos moldes do Programa Minha Casa Minha Vida e foi publicado no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande) no dia 13 de fevereiro deste ano.




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