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Campo Grande, Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2018

14/07/2016 16:09

Prefeitura desmente negligência e coloca Guarda Municipal à disposição

Alberto Dias

A Prefeitura contesta a informação de que o chefe da Guarda Municipal, Marcos Cesar Hobel Escanaichi, teria ignorado convocação da Câmara Municipal para explicar sobre a falta de policiamento em prédios públicos. Via assessoria, o Município informa que o requerimento de autoria, do vereador Edil Albuquerque (PTB), "foi devidamente respondido em 12 de julho, dentro do prazo preconizado pela Lei Orgânica do Município".

A assessoria de Bernal ressalta ainda que no requerimento não constava uma data específica para a visita. Por fim, o Executivo Municipal, via ofício, coloca a secretaria Municipal de Segurança Pública à disposição da Câmara de Vereadores para prestar quaisquer esclarecimentos necessários. Já a informação sobre a negligência do Município foi repassada nesta quarta-feira (15) pela assessoria do parlamentar, baseada no departamento jurídico da casa de leis.

Histórico - Convocar o chefe da Guarda foi sugerido por Edil Albuquerque, motivado pelos diversos ataques de vandalismo em escolas, Ceinfs (Centros de Educação Infantil) e unidades de saúde. Para o parlamentar, os constantes ataques em curto espaço de tempo caracterizam falta de segurança nos prédios públicos. "Por isso convocamos o chefe da guarda para explicar como funciona o policiamento dos prédios públicos e se o efetivo hoje é suficiente".

Na semana passada (4), reportagem do Campo Grande News denunciava uma redução considerável no efetivo da Guarda Municipal nos últimos anos. Conforme o presidente do SindGM/CG, Hudson Pereira Bonfim, que representa a categoria, hoje Campo Grande conta 1.128 guardas municipais na ativa, quase 300 a menos que o efetivo em 2009, quando a corporação contava com cerca de 1,4 mil guardas. Para Bonfim, a evasão é motivada principalmente pelo baixo rendimento: o salário base de um guarda municipal é R$ 843.

Ataques - Reportagem publicada pelo Campo Grande News em 14 de junho, denunciava a invasão e depredação da UBSF (Unidade Básica de Saúde da Família) do bairro Serradinho. Outro caso recente ocorreu em 17 de abril, quando um incêndio criminoso queimou colchonetes e colocou em risco um Ceinf (Centro de Educação Infantil) no bairro Noroeste. Também era domingo e não havia alunos e professores no local, facilitando a invasão.



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